Em busca do Torrontés perfeito… Domingo Molina Torrontés 2015

Idas e Vinhas



Em dezembro de 2015
viajamos à Argentina para conhecer a promissora região de Salta (extremo Norte).
Uma das vinícolas que visitamos foi a Domingo Molina, localizada ao Norte de
Yacochuya, em Cafayate, no Valle de Calchaquíes (província de Salta).

Idas e Vinhas

A Domingo Molina pertence aos
irmãos Osvaldo, Gabriel e Rafael Domingo. Conta
com 60 hectares de vinhedos localizados entre 1600 e 2300 metros de altitude
acima do nível do mar. Essa região possui microclima especial pois recebe mais
de 300 dias de sol durante o ano, praticamente não chove e a amplitude térmica oferece
excelentes condições para desenvolver plenamente o potencial das uvas por lá cultivadas.

Idas e Vinhas
Enólogo Rafael

As castas cultivadas
são:

Valle de Cafayate
10 hectares de Torrontés Riojano, a 1700 metros acima do
nível do mar e os vinhedos tem mais de 40 anos.
Valle Rupestre (55km
de Cafayate)
25 hectares a 2300 metros acima do nível, os vinhedos tem
15 anos e são cultivadas as tintas Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat e Merlot.
Yacochuya, Cafayate,
Salta
25 hectares a 2000 metros acima do nível do mar, vinhedos
com 30 onde cultivam Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.
A nossa visita foi comandada pelo enólogo Rafael, que nos
deu uma verdadeira aula sobre a região, as características dos diversos tipos
de solo e principalmente sobre como a altitude influencia em todos os aspectos
no cultivo da videira e o resultado final dos vinhos. Durante o bate papo
tivemos a oportunidade de provar todos os rótulos da vinícola e alguns vinhos
diretamente das barricas.
O Torrontés 2015, de que se trata essa postagem, foi um dos
vinhos que trouxemos.

Idas e Vinhas

Vamos ao vinho?
Vinhedos localizados no Valle de Cafayate, Salta, entre
1650 e 1700 metros acima do nível do mar. 5% do vinho fermentou em barricas de
carvalho frances. 14% de álcool.
Cor amarelo palha de média intensidade. Com aromas bastante
finos, intensos e persistentes de rosas, lichia, maçã verde, camomila, gengibre
e notas minerais. De corpo leve, acidez fresca e álcool sobressaindo um pouco,
comprometendo o equilíbrio. Retrogosto cítrico, com toque de mel.

Em busca do Torrontés perfeito… Terrazas de Los Andes – Torrontés Reserva 2015

Idas e Vinhas

A Terrazas está localizada no distrito de Luján de Cuyo, em Mendoza, com vinhedos em Las Compuertas, Licán, Altamira e em Salta (região ao Norte da Argentina e de onde vêm as uvas para o Reserva Torrontés). 

Conheça mais sobre a vinícola aqui.

Vamos ao vinho?

Vinhedos localizados em Salta, a 1200 metros acima do nível do mar. 13,5% de álcool.
Cor verdeal. Com aromas bastante finos, intensos e persistentes de rosas, limão, manga não muito madura, capim limão e notas minerais. De corpo leve, acidez fresca e álcool equilibrado. Retrogosto com notas florais e frutas cítricas de polpa branca.
Nota IV: 87
Importadora: Moët Hennessy do Brasil Vinhos e Destilados
Idas e Vinhas

Terrazas de Los Andes

Idas e Vinhas
A vinícola Terrazas de Los Andes é marca das Bodegas
Chandon
, Argentina. Pertence à holding francesa
LVMH, especializada em artigos de luxo e a
qual surgiu com a fusão da Moët et
Chandon
e Hennessy e,
posteriormente a Louis Vuitton. Além
desse pedigree, a Terrazas é uma linha muito apreciada aqui no Brasil, o que
foi ótimo pretexto para provarmos uma série de seus rótulos. Confira!

 Idas e Vinhas
A Terrazas está localizada no distrito de Luján de Cuyo, em Mendoza, com vinhedos em Las Compuertas, Licán, Altamira e em Salta
(região ao Norte da Argentina e de onde vêm as uvas para o Reserva Torrontés). Os vinhos são elaborados
pela dupla de enólogos Adrián Meyer e Hervé Birnie-Scott.
Fundada em 1999, em uma área na qual já existiam vinhas
plantadas em 1929, seu nome tem como inspiração os ‘terraços’, uma série de
platôs aos pés dos Andes, em altitudes que vão de 600 a 1500 metros. Para
escolher as castas e serem cultivadas em cada terraço, são realizados estudos
de solo e clima para otimizar as condições para a maturação das uvas – malbec, cabernet
sauvignon, torrontés e chardonnay.
A vinícola produz além da linha Terrazas de Los Andes as linhas
Altos del Plata, Reserva, Single Vineyard e Cheval des Andes.
Mendoza / Luján de
Cuyo
Mendoza é considerada o coração do vinho argentino. E não é
sem razão: responde por 80% da produção de vinho do país e pela absoluta
maioria das exportações.
Localizada na região central de Mendoza, Luján de Cuyo engloba
as subregiões de Las Compuertas, Vistalba, Mayor Drummond, Chacras de Rora,
Carrodilla, Perdriel, Agrelo e Ugarteche). Aos pés da Cordilheira dos Andes e a
mais de 1000 metros acima do nível do mar, é, segundo especialistas, uma das
melhores regiões para o cultivo da Malbec.
Nesta altitude os vinhedos se beneficiam do amadurecimento longo e regular
devido as brisas da montanha e dos mais de 300 dias de sol durante o ano.
Idas e Vinhas

Salta, norte extremo
Em se tratando de altitude, porém, os vinhedos da região
que vai de Salta a Cafayate estão
literalmente em outro patamar! A apenas um passo do céu, não é difícil
encontrar vinhedos a incríveis 3000 metros acima do nível do mar.
E o que isso traz aos vinhos? Concentração extrema de
aromas, cores e sabores que nos encantaram na viagem que fizemos pela região no
final de 2015.
Tudo em Salta remete ao extremo: possui uma das mais altas
exposições ao Sol da América do Sul, noites frias e chuvas que são raridade. Essas
condições tornaram o Torrontés o vinho de expressão da região. Mas a
criatividade da nova geração de vinicultores vai muito além dos brancos. Blends
tintos, varietais de Tannat, tudo isso envolto por paisagens deslumbrantes.
Vamos aos vinhos?
Vinhedos localizados em Salta, a 1200 metros acima do nível
do mar. 13,5% de álcool.
Cor verdeal. Com aromas bastante finos, intensos e
persistentes de rosas, limão, manga não muito madura, capim limão e notas
minerais. De corpo leve, acidez fresca e álcool equilibrado. Retrogosto com
notas florais e frutas cítricas de polpa branca.
Entrou para a lista do “Em busca do torrontés perfeito”!
Nota IV: 87
Importadora: Moët Hennessy do Brasil Vinhos e Destilados
Idas e Vinhas

Vinhedos localizados a 1200 metros acima do nível do mar. 8
meses em carvalho francês.14% de álcool.
Cor amarelo ouro de média intensidade. Com aromas bastante
finos, muito intensos e persistentes de flor de laranjeira, compota de abacaxi,
alecrim, baunilha, coco queimado, madeira e alguma mineralidade. Médio corpo em
boca, acidez fresca e álcool em perfeito equilíbrio. Final de boca muito
intenso e persistente com fundo amadeirado e levemente tostado.
Este Chardonnay mostra o uso correto da madeira, agregando
complexidade sem tornar o vinho pesado ou enjoativo.
Nota IV: 90
Importadora: Moët Hennessy do Brasil Vinhos e Destilados
Idas e Vinhas

Vinhedos localizados a 1067 metros acima do nível do mar.
12 meses em carvalho francês (80%) e americano (20%). 14,5% de álcool.
Cor vermelho rubi profundo. Com ampla variedade de aromas
bastante finos, muito intensos e persistentes. Destaque para violeta, ameixa, cassis
e morango, além de funcho, hortelã, tabaco, baunilha e pimenta do reino. Encorpado,
com perfeito equilíbrio entre acidez, taninos e álcool. Ainda em boca, os
taninos são aveludados e de boa qualidade. As frutas negras e o frescor da
hortelã se destacam e o final é muito intenso e persistente, com fundo condimentado
(pimenta do reino) e refrescante.
Nota IV: 89
91 pontos no Descorchados 2014
Importadora: Moët Hennessy do Brasil Vinhos e Destilados
Idas e Vinhas

Reserva Syrah 2011
Vinhedos localizados a 950 metros acima do nível do mar. 12
meses em carvalho francês (80%) e americano (20%), sendo 30% novos. 14% de
álcool.
Cor vermelho rubi muito escuro. Com aromas bastante finos,
intensos e persistentes de ameixa, cassis, baunilha, pimenta do reino, café,
chocolate e madeira. Em boca é encorpado e com bom equilíbrio entre acidez,
taninos e álcool. Final de boca muito intenso e persistente, com fundo frutado
e caramelado.
Nota IV: 89
Importadora: Moët Hennessy do Brasil Vinhos e Destilados
Idas e Vinhas

Vinhedos localizados a 980 metros acima do nível do mar. 12
meses em carvalho francês. 14% de álcool.
Cor vermelho rubi. Com aromas bastante finos,
intensos e persistentes de ameixa seca, tabaco, baunilha, café, chocolate e madeira. De médio corpo para encorpado, com boa acidez,
taninos finos e a sensação de que o álcool está sobressaindo (prejudicando o equilíbrio). De final longo com retrogosto frutado e apimentado.
Nota IV: 88
WS: 86
Importadora: Moët Hennessy do Brasil Vinhos e Destilados
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Aconteceu… Happy Wine Hour Desafio Almaviva

Idas e Vinhas

A Happy Wine Hour – Desafio Almaviva que aconteceu dia 05 de Abril foi um sucesso! Estávamos com muita expectativa para saber como os participantes reagiriam à sequência de vinhos que selecionamos e, ainda, se adivinhariam qual deles era o Almaviva 2005

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E o resultado foi excelente. Os participantes interagiram bastante, apreciaram os vinhos e o menu especialmente preparado pela atenciosa e eficiente equipe do restaurante Cortés, no Shopping Leblon.
Idas e Vinhas
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Para fazer frente ao mítico Almaviva 2005, os demais rótulos também teriam que ser excelentes, além de ter a composição, safra e equilíbrios adequados para que os participantes pudessem comparar os vinhos. Ah, detalhe: a degustação foi às cegas!

Idas e Vinhas
Ainda do Chile havia dois vinhos de vinícolas boutiques de destaque na crítica especializada: Altaïr e Andes Plateau
Degustamos o Altaïr em nossa visita ao Chile em 2012 e ficamos muito impressionados. Já o Andes Plateau 700+ é um projeto de produção super limitada do enólogo Felipe Uribe que mostra como os vinhos de altitude chilenos alcançam qualidade, sabor e equilíbrio. Saiba um pouco mais sobre o Andes Plateau aqui.
Da Argentina, Catena Zapata Estiba Reservada 2007. Produzidos apenas em anos cuja colheita tenha sido considerada excelente, os Estiba Reservada vêm sendo cada vez mais cobiçados.
Almaviva é fruto da união da gigante Concha Y Toro com a prestigiada casa francesa Baron de Rothschild. Raízes chilenas e alma francesa, é o que dizem desse vinho que adquiriu fama internacional. Sendo assim, não poderiam faltar em nossa seleção rótulos do velho continente! E assim escolhemos nada menos que dois Bordeaux! E são ambos “crus”: o Chateau Jean Voisin é um “grand cru” da sub-região Fagouet e o Grand Puy Ducasse é um “cru classé” da estelar appellation Pauillac.
Os vinhos
Abreu Garcia – Brut Rosé 2015 (Brasil)
Viña Almaviva – Almaviva
2005 (Chile) – 95 pontos na Wine
Spectator
Catena
Zapata – Estiba Reservada 2007 (Argentina) – 90 pontos na Wine Spectator
Bodega Altaïr –
Altaïr 2007 (Chile)
Chateau Jean
Voisin Fagouet Grand Cru 2011 (França)
Andes
Plateau – 700+ 2013 (Chile) – 94 pontos no guia
Descorchados
Chateau
Grand Puy Ducasse 2002 (França) – 89
pontos na Wine Spectator
Idas e Vinhas

Mas será que o Almaviva foi o melhor vinho da noite? 
A safra 2005 do Almaviva é realmente excelente e o vinho se destacou. Mas o desafio foi difícil!! O Estiba Reservada 2007 se mostrou estar no auge, e para complicar ainda mais, o grand cru bordalês Grand Puy Ducasse 2002 demonstrou juventude e frescor, acirrando a disputa.
O Top 3 ficou assim:
1º Catena Zapata – Estiba Reservada 2007
2º Viña Almaviva – Almaviva 2005 e Chateau Grand Puy Ducasse 2002
3º Viña Altaïr – Altaïr 2007 (Chile)
No final, quem ganhou fomos todos nós! Os participantes foram incríveis e o serviço do restaurante Cortés estava impecável.
Idas e Vinhas
Obrigado a todos, e até a próxima Happy Wine Hour com Idas e Vinhas!
Quer fazer um evento personalizado e exclusivo, está em busca de excelentes vinhos? Fale conosco! contato@idasevinhas.com.br
Leia mais sobre alguns vinhos da noite:

Celebração da 15ª Safra de Almaviva – Rio de Janeiro, 08 de Outubro de 2013 aqui.

Visitamos a Bodega Altaïr aqui.
Visitamos a Almaviva aqui.

Em busca do Torrontés perfeito… Susana Balbo – Crios Torrontés 2015

Idas e Vinhas
Susana Balbo também tem a sua parcela de “culpa” em
fazer com que eu aprecie tanto essa subestimada casta. Crios foi o segundo rótulo que provei (o primeiro foi o Colomé) e isso já faz bastante tempo e
desde então acompanho as suas safras com entusiasmo. Veja aqui o que achei da
2015.


O Crios ganha um
ponto a mais por ter feito com que os meus pais dessem uma chance aos vinhos
brancos. Hoje eles também são apreciadores e acredito que já devam ter o seu preferido.

Susana Balbo tem grande reputação entre os produtores
argentinos. Em 1981 recebeu o diploma de enóloga e se tornou a primeira mulher
produtora de vinhos na Argentina. Em Salta, trabalhou
na Michel Torino e depois passou
pela Catena Zapata, em Mendoza. Foi
presidente da Wines Of Argentina de
2006 a 2010 e 2014 a 2016.
Seu projeto pessoal teve início em 1999 com a construção da
vinícola em Lujan de Cuyo, Mendoza
(ficou pronta em 2002). Desde então começou a produzir os seus próprios rótulos, dentre eles o Crios, que teve a primeira safra em 2003 e foi um dos vinhos responsáveis por apresentar o potencial da casta a outros mercados,
principalmente o americano. Desde então recebe boas criticas da mídia especializada
(a revista Wine Spectator é uma
delas).
Já escrevemos sobre a região e a uva aqui.
Vamos ao vinho?
Uvas provenientes de 70% de Cafayate (Salta) e 30% de Altamira, Valle
de Uco (Mendoza). 14% de álcool.
Cor verdeal claro. Com aromas bastante finos, intensos e
persistentes de rosas, limão, graviola, maracujá e casca de tangerina, capim
limão, alecrim e alguma nota floral. Corpo leve, acidez fresca, macio e álcool equilibrado.
Final de boca muito persistente com retrogosto de maracujá.

Continua muito bom e altamente recomendável!

Nota IV: 87
Descorchados: 91
Importadora: CANTU
Idas e Vinhas


Acompanhe a saga “Em Busca do Torrontés Perfeito” aqui:

Em busca do Torrontés perfeito… Etchart – Privado Torrontés 2014

Idas e Vinhas

Este Torrontés foi
adquirido em um supermercado de Curitiba, o que é raro. Comumente encontramos
apenas exemplares de Mendoza e com preços não muito convidativos. Leia abaixo o
que achamos dele.

Já escrevemos sobre a região e a uva aqui.
A Bodega Etchart
data do século XIX, fundada em 1850 em La Florida, província de Salta, na
Argentina. As primeiras videiras a serem plantadas foram as de Torrontés – há
quem diga que eles foram os primeiros a cultivar a casta na região – e a
primeira safra engarrafada e comercializada foi em 1963. Em 1987 Michel Rolland
começa a acessorar a vinícola e de certa forma ajuda a definir e direcionar o
estilo dos vinhos da região (elaborados com uvas com alto teor de açúcar, dando
origem a vinhos concentrados e alcoólicos). Essas características são marcantes
nos vinhos da San Pedro de Yacochuya.
Em 1996 a vinícola foi comprada pela francesa Pernod Ricard
e novos investimentos em vinhedos foram feitos, mas desta vez em Mendoza (Valle
de Uco). Hoje a vinícola possui 300 hectares e cultiva Torrontés, Chardonnay,
Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat, Shiraz, e Merlot.

O portfólio é dividido em três categorias Gran Reserva,
Etchart Privado e Etchart Río de Plata.

Vamos ao vinho?
Uvas provenientes do Vale de Cafayate, a 1750 metros acima
do nível do mar. 12,5% de álcool.
Cor amarelo palha de média intensidade. Com aromas finos,
intensos e persistentes de rosas, lichia, limão, pêssego e alecrim. Corpo leve,
acidez fresca, macio e álcool na medida certa. Final de boca muito persistente com
retrogosto com notas de mel.
Exemplar sem muita complexidade mas com excelente custo.
Nota IV: 84

Descorchados: 90
Preço: R$37
Idas e Vinhas
Acompanhe a saga “Em Busca do Torrontés Perfeito” aqui:

Em busca do Torrontés perfeito… Chloe – Torrontés 2014

Idas e vinhas

A Chloe pertence à gigante americana TWG – The Wine
Group
. É o segundo maior produtor de vinho do mundo em volume. A líder
e também americana é a E & J Gallo
Winery
(já escrevemos sobre ela aqui).

Infelizmente
site oficial não ajuda muito com informações sobre a vinícola e o vinho.
Vamos ao vinho?
Chloe Torrontés 2014
100% de Torrontés, da região de Cafayate, Salta. Permanece
em contato com as borras durante 6 meses, em tanques de inox.13,5% de álcool.
Cor amarelo palha claro. Com aromas bastante finos,
intensos e persistentes de flor de laranjeira, lichia, maçã verde, pera,
tangerina e camomila. De corpo leve, fresco, macio e álcool equilibrado. Final
de boca muito persistente e retrogosto com notas de maracujá.
Muito bom mas o preço não é atraente.
Nota IV: 87
Preço: R$115,50
Importadora: Decanter
Idas e Vinhas

Em busca do Torrontés perfeito… Colomé – Torrontés 2015

Idas e Vinhas

Após
alguns meses sem abrir uma garrafa de Torrontés, senti que já era hora de
retomar a série “Em busca do Torrontés perfeito”.

Fui
vasculhar as garrafas que tenho e escolhi um que gosto muito e que está entre
os primeiros colocados na lista. Inclusive foi esse produtor o
responsável por eu apreciar tanto esta casta branca: Colomé.

escrevemos sobre a vinícola aqui.
Vamos
ao vinho?
Uvas
provenientes do Vale Calchaquí, vinhedo Finca La Brava (Cafayate, a 1750 metros
acima do nível do mar). 13,5% de álcool.

Cor
amarelo palha claro. Com aromas bastante finos, intensos e persistentes de
lírios, lichia, limão, maçã verde, melão, tangerina e capim limão. De corpo
leve, fresco, macio e álcool equilibrado. Final de boca muito persistente e
retrogosto com notas florais.
Continua
muito bom e é uma excelente opção para quem está disposto a sair um pouco da
zona de conforto da Sauvignon Blanc e Chardonnay.
E a
busca persiste…
Nota
IV: 87
WS: 88
Preço:
R$82,10
Importadora:
Decanter

Idas e Vinhas

Inscrições abertas… Happy Wine Hour especial – Desafio Almaviva, 05 de abril de 2017

Idas e Vinhas

Idas
e Vinhas®
os convida para
uma Happy Wine
Hour
especial, no Restaurante Cortés
do Shopping Leblon, no próximo dia 05 de
abril de 2017
(quarta-feira).


A Happy Wine
Hour
é uma das nossas Wine Experiences preferidas e vai alcançar um novo
patamar nessa degustação sublime: Desafio
Almaviva
.
Em
nossas idas e vindas pelo mundo, tivemos oportunidade de provar vinhos
magníficos em lugares incríveis. E não há nada melhor para um enófilo do que
partilhar essa experiência. É uma das nossas maiores motivações!
Por
isso a seleção dos vinhos dessa noite única foi uma tarefa empolgante. Para
fazer frente ao mítico Almaviva 2005, os demais rótulos também teriam que ser
excelentes, além de ter a composição, safra e equilíbrios adequados para que a
degustação flua de forma harmoniosa.
E
assim foi feito!!
Ainda
do Chile traremos dois vinhos de vinícolas boutiques que vêm obtendo destaque na
crítica especializada e ganhando mercado: Altair e Andes Plateau.
Degustamos
o Altaïr em nossa visita ao Chile em
2012 (veja aqui)
e ficamos muito impressionados. Já o Andes
Plateau 700+
é um projeto de produção super limitada do enólogo Felipe Uribe que mostra como os vinhos
de altitude chilenos alcançam qualidade, sabor e equilíbrio.
Da
Argentina, trazemos o Catena Zapata
Estiba Reservada 2007
. Produzidos apenas em anos cuja colheita tenha sido
considerada excelente, os Estiba Reservada vêm sendo cada vez mais cobiçados.
O Almaviva é fruto da união da gigante Concha Y Toro com a prestigiada casa
francesa Baron de Rothschild.
Raízes chilenas e alma francesa, é o que dizem desse vinho que adquiriu fama
internacional. Sendo assim, não poderiam faltar em nossa seleção rótulos do
velho continente! E assim escolhemos nada menos que dois Bordeaux! E são ambos “crus”:
o Chateau Jean Voisin é um “grand cru” da sub-região Fagouet e o Grand Puy Ducasse é um “cru classé
da estelar appellation Pauillac.
Veja
aqui
o evento da Almaviva que participamos e pudemos provar a safra 2005 entre
outras.
Espumante
de boas-vindas e um menu delicioso completam a Wine Experience.
Garanta
já sua inscrição, pois são poucas vagas!
O Espumante
Abreu
Garcia Brut Rosé 2015 (Brasil)

Os Vinhos
Almaviva
2005 (Chile) – 95 pontos na Wine
Spectator
Catena
Zapata – Estiba Reservada 2007 (Argentina) – 90 pontos na Wine Spectator
Viña Altaïr –
Altaïr 2007 (Chile)
Chateau Jean
Voisin Grand Cru 2011 (França – Fagouet)
Andes
Plateau 700+ 2013 (Chile) – 94 pontos no guia
Descorchados
Chateau
Grand Puy Ducasse 2002 (França – Pauillac) – 89 pontos
na Wine Spectator
Para comer
Menu
especialmente preparado para a ocasião:
ceviche
de salmão
assado
de tira bovino
queijo
coalho
polenta
frita
batata
brava
água
com e sem gás
café
Nespresso
Serviço
Data:
05 de abril de 2017 (inscrições até o dia 04 de abril)
Local:
Restaurante Cortés do Shopping Leblon
As boas vindas aos participantes iniciam as 19h30 e a degustação começa
pontualmente as 20h.
Investimento
R$350,00
por pessoa
Membros
do Idas e Vinhas Wine Club: R$320,00. Não é membro? Increva-se aqui!
Forma de pagamento
Depósito
identificado ou transferência bancária em parcela única em conta da Caixa
Econômica.
Inscrições e informações
contato@idasevinhas.com.br
*Atenção:
não fazemos reserva, as inscrições são confirmadas mediante a comprovação do
pagamento.

Abaixo
está a arte da divulgação (clique para ampliar).
Idas e Vinhas

Aconteceu… Wine Experience especial dia internacional da mulher

Idas e Vinhas


Os vinhos espumantes são sinônimo de
celebração. Seu frescor e leveza combinam perfeitamente com as nossas noites de
verão. Pensando nisso e tendo como inspiração o Dia Internacional da Mulher,
vivenciamos uma noite muito divertida no último dia 08 de Março…

Idas e Vinhas

No
Brasil, muitas pessoas se referem a todo espumante como Prosecco ou Champagne.
Para esclarecer essa e outras dúvidas, selecionamos para a noite 09 espumantes
de diferentes partes do mundo (entre eles um Champagne). Foi possível, ao longo
do desfile de borbulhas, apresentar de modo simples e descontraído que o mundo
dos espumantes é bastante rico e diversificado.

Idas e Vinhas

Resumo da história:
– São
chamados Prosecco apenas os espumantes produzidos nessa denominação geográfica
italiana, localizada no Veneto. A casta utilizada é a Glera (anteriormente
chamada de Prosecco). Escrevemos um post sobre esse assunto, leia AQUI.
As
vinícolas brasileiras que comercializam “Prosecco” na verdade utilizam a Glera,
que ainda chamam de Prosecco. Ou então não sabem bem o que estão vendendo. Mas
uma coisa é certa: o termo Prosecco é marca exclusiva da região Italiana.
– O
Champagne é o espumante produzido na appellation francesa de mesmo nome. Mas
não é só isso! Entre outras regras, só podem receber o rótulo Champagne os que
foram produzidos pelo método tradicional (com a segunda fermentação em
garrafa). Tanto que os espumantes franceses que não obedecem a essas regras
recebem outros nomes: crémant, vin mousseux…
– O
espumante espanhol produzido pelo método tradicional na região da Catalunha
recebe o nome da denominação de origem Cava.
E a noite
seguiu assim
Os
participantes se divertiram muito, pois a degustação foi feita às cegas, e o
desafio era identificar o Champagne. Isso possibilitou uma grande interação
entre o grupo e deixou a noite bem descontraída, do jeito que gostamos!
As
quiches ficaram muito gostosas, e o espaço Como
em Casa
estava lindamente decorado.
Espumantes apresentados…
Espumante Cave Geisse Brut Nature 2011 (Brasil,
D.O Pinto Bandeira – RS)
Prosecco Terra Serena – Prosecco di Valdobbiadene Superiore DOCG
(Itália,
Veneto)
Cava Gramona La Cuvee Gran Reserva Brut
2012
– D.O Cava (Espanha, Barcelona)
Espumante Escorihuela Gascon
Extra Brut (Argentina,
Mendoza)
Espumante Veuve du Vernay Brut – (França, Borgonha)
Champagne Perrier-Jouët Grand Brut – (França, AOC Champagne)
Espumante Abreu Garcia Brut
Rosé (Brasil,
Santa Catarina)
Espumante Hermann – Lírica Crua (Brasil, Pinheiro Machado
– RS)
Espumante Chandon
Passion
Rosé (Brasil, Garibaldi – RS)

Idas e Vinhas

Para comer…
– Antepastos
– Salada de folhas verdes, nozes e peras caramelizadas
– Quiches: 3 cogumelos, Lorraine; e cebolas caramelizadas
– Água, licor e café

Idas e Vinhas

A
temporada 2017 de Wine Experiences
promete encontros memoráveis! Fiquem atentos e inscrevam-se sem qualquer custo em nosso Wine Club (aqui) para saber em primeira mão todas as
novidades.
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