Provamos e aprovamos… Abreu Garcia Sauvignon Blanc 2015

Idas e Vinhas



Hoje abrimos o Sauvignon Blanc 2015 da Abreu Garcia Chardonnay. Frescor e leveza, já que os termômetros marcam agora 33,5°C aqui no Rio de Janeiro!!

2016 iniciou agitado para a Abreu Garcia. Estão sendo lançadas as novas safras de alguns vinhos consolidados, bem como novidades no portfólio da vinícola.

Já escrevemos sobre a Abreu Garcia e seus vinhos aqui.


Leia sobre os lançamentos que provamos:
Chardonnay 2015 aqui.
Chardonnay Carvalho 2014 aqui.
Espumante Brut Rosé 2015 aqui.
Espumante Brut Festividad (Champenoise) 2015 aqui.
Rosé Malbec 2015 aqui.
Vamos ao vinho?

Abreu Garcia Sauvignon Blanc 2015
100% Sauvignon Blanc, 12,3% de álcool.

Cor
amarelo palha, límpido e brilhante. No nariz, apresentou boa variedade de
aromas, destacando-se abacaxi, maracujá e tangerina frescos, alecrim e flores
brancas. Em boca é fresco, de corpo leve, acidez e álcool muito bem equilibrados.
Os aromas sentidos no nariz se confirmam, com boas intensidade e persistência, acrescidos
de lichia. O final é médio, com fundo floral e de alecrim.

Nota IV: 84

Pedidos RJ: contato@idasevinhas.com.br

Idas e Vinhas

Idas e Vinhas® Wine Club / Semana 21 a 28 de Fevereiro – Duo William Fèvre

Acabamos de lançar a campanha da semana 21 a 18 de Fevereiro do Idas e Vinhas® Wine Club! Nossa seleção é um Duo da linha Espino, de William Fèvre.


Já escrevemos sobre o produtor aqui.

Os vinhos escolhidos são equilibrados e elegantes. O Chardonnay Gran Cuvée recebeu 93 pontos do guia Descorchados, e o Pinot Noir é delicado e aromático. 
Acesse AQUI o link da campanha para adquirir os seus exemplares. Tem desconto de 10% para quem levar os dois!!
Leia mais sobre os vinhos:
E ainda dá tempo de garantir os vinhos da campanha do mês – Joias do PiemonteAQUI.
Os vinhos são:
Idas e Vinhas
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Enocuriosos… Bebericando por aí – Esencia Uruguay – Montevidéu

Idas e Vinhas



Nos
dois últimos anos os Enocuriosos
estiveram em Montevidéu durante o
verão para apreciar o carnaval local e, se possível, curtir alguma vinícola das
tantas naquele país – famoso pela tannat.
Infelizmente, visitar bodegas no Uruguai sem contratar uma agência de turismo
não é das tarefas mais fáceis (o que dará origem a uma nova série sobre esse
país aqui no blog) e, por isso, por
uma questão de praticidade, propostas como a da Esencia Uruguay nos chamam a atenção.
Já havíamos observado a loja em 2015, mas não tivemos tempo de disfrutar das
suas ofertas àquele momento. Este ano, ao retornar ao encantador ‘paisito’, nos aventuramos a conhecê-la.

A Esencia
Uruguay
tem como proposta ser uma boutique de vinhos produzidos
exclusivamente no Uruguai. Há também venda de uma marca de azeite (igualmente
local) e chocolates artesanais. Além disso, um grande atrativo da casa (ao
menos para nós) é poder degustar boa parte da produção de vinhos finos do país
sem precisar se aventurar por Carmelo,
Canelones ou Punta Ballena. Cabe ressaltar, entretanto, que a Esencia Uruguay é, primeiramente, uma
loja e, como tal, tem por principal atividade a venda de vinhos aos turistas
(que, em alguns momentos, chegam em “bando”) e cremos que sua localização é
estratégica para atingir seu objetivo (está localizada no Peatonal Sarandí, 359).
A
proposta da casa é oferecer três tipos de degustação diferentes: Degustación Premium (3 taças de vinho
com aperitivos), Degustación Aceite de
Oliva
(3 tipos de azeite com pão) ou Degustación
de Chocolates
(chocolates acompanhados de café e licor). Como enocuriosos que somos, fomos de Degustación Premium. O diferencial
positivo (e, por vezes, também negativo) da casa está justamente neste tipo de
degustação: todos os dias são escolhidos (e disponibilizados) 3 rótulos
diferentes do dia anterior. Assim sendo, deve-se considerar de imediato duas
coisas: 1. Não é possível eleger os vinhos de sua degustação (a menos que
compre uma garrafa inteira) e 2. Por outro lado, visitar mais de uma vez a Esencia
Uruguay
fará com que você, certamente, conheça mais sobre a produção
local. Como o preço da degustação é bastante convidativo, não seria descabido
visitar até mais de 2 vezes e fazer um “tour enológico” mesmo sem conhecer as
bodegas.
É preciso dizer que o espaço destinado à
degustação não é grande e o conforto não é o principal atributo – na verdade,
são apenas 3 mesas com banquetas no canto da loja (que por sinal é muito bonita
e organizada).
Idas e Vinhas
Não
é necessário marcar um horário para degustar porque não há uma apresentação
estruturada dos vinhos (com todas as informações que gostaríamos de receber se
estivéssemos em uma vinícola). A proposta é conhecer um pouco mais sobre os
vinhos e tirar algumas dúvidas. A senhora responsável pela loja (e que nos
atendeu) fez uma explicação resumida sobre os vinhos com as características
básicas de cada um, os acompanhamentos sugeridos e alguns dados sobre o
produtor. Em nossa degustação provamos Tannat Rosé – 2015 (Bodega Artesana), Pinot Noir Reserva 2015 (Pizzorno Family Estates)
e Tannat Gran Reserva – Ysern – 2012 (Bodegas Carrau).
Idas e Vinhas
Os petiscos
são adequados, mas a quantidade é módica por demais (o que fez com tivéssemos
que dosar cada mordida para não faltar acompanhamento frente à boa quantidade
de vinho servida). O destaque é o azeite O’33 José Ignacio – Coupage Blancblend das espécies Frantoio e Leccino –
muito bom e que não pudemos deixar de comprar (não devendo nada a um bom
azeite italiano).
Idas e Vinhas
Quanto aos vinhos… foi interessante provar um rosé feito a partir da Tannat
e que foi fermentado em madeira – sem dúvida a percepção é muito diferente do
que comumente esperamos de um “rosado”. O Pinot Noir, a nosso ver, “pecou” um
pouco pelo excesso de madeira (tanto em nariz como em boca), anulando a “delicadeza”
que se espera de um pinot. Já o Tannat
Gran Reserva
não atendeu à expectativa para um vinho com 18 meses de
envelhecimento em barrica.
De toda forma, consideramos a escolha dos vinhos
para a degustação daquele dia bem interessante, pois propiciou conhecer um
espectro bem variado da produção local e, principalmente, explorar alguns
pontos extremos de nossa sensibilidade. É divertido também “investigar” a
diferença de cores e “peso” de cada vinho.
Idas e Vinhas
Quando
encerramos a prova, a senhora responsável pelo serviço se aproximou para
conversar sobre nossas impressões e explicar um pouco mais sobre o estilo de
cada vinícola – foi curioso ver que algumas de nossas percepções estavam
perfeitamente alinhadas com o que o produtor pretendia para o vinho. Não dá
para dizer que “acertamos tudo” ou mesmo que concordamos exatamente com o que
nos foi explicado mas, sem dúvida alguma, foi um exercício interessante e construtivo.
Por fim, conversamos um pouco sobre enoturismo e visita a
bodegas. Aproveitamos para adquirir duas garrafas de bodegas que não poderíamos
visitar durante nossa viagem. O destaque, digo, a grande aposta, fica por conta
do único torrontés uruguaio que
encontramos nas prateleiras (da Bodega
Pisano
) e que ainda iremos provar… (Mais adiante a gente volta para comentar
sobre ele aqui…).
Idas e Vinhas
É “mais passeio” ou é
“mais vinho”?
É mais
passeio. Pelo preço da degustação, já esperávamos provar vinhos de categoria
intermediária e, por isso, não podemos dizer que fomos surpreendidos com o que
foi oferecido. O Tannat Rosé foi o destaque – o que, de certa forma, indica que
os tintos não agradaram ao nosso paladar. Considerando a degustação como um
passeio, é possível encontrar alguns bons argumentos que valorizam a
experiência: a localização é ótima (você não precisa contratar um serviço de transfer para visitar a loja); os preços
são muito bons; os horários, flexíveis; o atendimento, ainda que não seja dedicado
e exclusivo, é atencioso e, o mais importante: a proposta de vender (e ofertar
em degustações) somente vinhos uruguaios é realmente o grande diferencial e
ponto positivo. Recomendamos a visita a todos aqueles que pretendam passear pela Ciudad Vieja e conhecer
um pouco mais sobre os sabores locais. É provável que, em breve, nós mesmos estejamos
de volta por lá, para conhecer e comprar outros vinhos.
¡Salud!
Enocuriosos
*fotos de Dagô e Simone.

Provamos e aprovamos… William Fèvre Espino Pinot Noir 2013

Idas e Vinhas

As videiras que produzem as uvas Pinot Noir
para o Espino estão localizadas em uma aldeia em San Juan de Pirque, na
região mais alta do Alto Maipo. Os vinhedos ficam em terraços a
aproximadamente mil metros acima do nível do mar.

A linha Espino, assim chamada em
referência às urtigas e espinhos presentes ao redor e entre as videiras, busca
preservar no vinho o caráter frutado mesmo que passe em barris de carvalho. Aliás,
essa é uma característica que chama a atenção nos vinhos de Fèvre: a madeira é empregada
com sutileza e habilidade.
O Espino Pinot Noir é um vinho elegante
e delicado. Segundo o produtor, é um vinho “feito à mão”. As uvas são maceradas
e fermentadas em tanques abertos de 8000 litros, e pequena parcela do vinho
estagia em carvalho francês por 4 meses.
Conheça mais sobre o produtor aqui.
Vamos ao vinho?
Espino Pinot Noir 2013
100% Pinot Noir, parte do vinho foi amadurecido
em barricas francesas de 225 litros. 13,4% de álcool. Produção de 15.894
garrafas.
Cor vermelho granada de média intensidade. No
nariz apresentou aromas intensos e persistentes de flores (rosas), frutas
vermelhas maduras como morango, cereja e framboesa e um frescor que lembra
menta. Em boca é equilibrado, com excelente acidez, taninos macios e álcool na
medida certa. As frutas vermelhas são confirmadas e a madeira aparece de forma
sutil agregando complexidade ao vinho. Final de boa intensidade e persistência
com retrogosto frutado, refrescante e levemente amadeirado.
Nota IV: 86
Pedidos RJ: contato@idasevinhas.com.br

Idas e Vinhas® Wine Club/Fevereiro 2016 – Joias do Piemonte, com Mario Marengo

Acabamos de lançar a campanha de Fevereiro do Idas e Vinhas® Wine Club! Nossa seleção é um tributo ao Piemonte, uma das mais prestigiadas regiões vinícolas da Itália, berço dos icônicos Barolo e Barbaresco…

Seguindo nossa prática, apresentamos nessa campanha 5 rótulos do produtor Mario Marengo, os quais provamos e aprovamos! São dois Barolo, um Dolcetto D´Alba, um Barbera D´Alba e um Nebbiolo D´Alba, nesta seleção exclusiva de excelentes vinhos!! 
Acesse AQUI o link da campanha para adquirir os seus exemplares.
Leia mais sobre os vinhos:

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Provamos e aprovamos… William Fèvre Espino Gran Cuvée Chardonnay 2012

Idas e Vinhas



Descobrimos os vinhos produzidos no Chile por William Fèvre quando iniciamos os
contatos com Wilton Conde, da importadora Domínio Cassis. Já escrevemos
sobre os que provamos até agora (La Misión del Clarillo Cabernet Sauvignon e
Chardonnay, Litlle Quino Sauvignon Blanc e Quino Sauvignon Blanc
) e também já
os apresentamos em degustações. O que temos a dizer é que os vinhos são muito
bons! Muito bem feitos, têm elegância e equilíbrio. A madeira é utilizada com
parcimônia e inteligência, para preservar o frescor e a identidade das uvas e
do terroir.

Os Gran Cuvée da linha Espino produzidos
por William Fèvre no Chile são feitos a partir de um só vinhedo (single
vineyard). As uvas para esse estruturado Chardonnay são provenientes do vinhedo
Punta Almendro, na sub-região Alto Maipo, no sopé dos Andes e a
uma altitude de quase 1000 metros. O clone utilizado veio diretamente da
propriedade na Borgonha que tornou William Fèvre famoso por seus Chablis.
Vamos ao vinho?
Espino Gran Cuvée Chardonnay 2012
100% Chardonnay, 13,8% de álcool. Colheita
manual, 10% do mosto é fermentado em barricas de carvalho francês e o restante
em tanques de aço de 6000 litros. Após a fermentação, o vinho amadurece em
contato com as borras finas entre 5 e 6 meses. Então é filtrado e engarrafado.
Foram produzidas 19.905 garrafas.
De cor amarelo ouro com reflexos dourados. No
nariz, apresenta ampla gama de aromas intensos e persistentes, destacando-se os
florais (lírios), frutados (abacaxi em compota, pêssego e tangerina frescos),
mel, leve amadeirado e sutil mineralidade. Vinho harmônico em boca, com
excelente acidez e álcool integrado. Os aromas são confirmados e se revelam
muito intensos e persistentes. O final é longo, agradavelmente amadeirado, com
fundo de mel e abacaxi em compota. Reflete o cuidado com que é produzido!
Vale a pena provar!
Nota IV: 90
Descorchados 2015: 93
Pedidos RJ: contato@idasevinhas.com.br

Idas e Vinhas

Provamos e aprovamos… vinhos Mario Marengo – Barolo DOCG Brunate 2011

Idas e Vinhas

O último vinho da
série Mario Marengo foi o Barolo DOCG Brunate 2011, o de mais
alta gama da vinícola ao lado do Bricco delle Viole (leia sobre o vinho aqui). As uvas (não custa lembrar, 100% Nebbiolo) vêm do
valorizado cru Brunate, na comuna de La Morra. São 1,5 ha de videiras plantadas em 1950 que rendem uma produção anual de cerca de
6000 garrafas.

Leia um pouco mais sobre o produtor aqui.
Veja o que achamos do Dolcetto D’Alba 2013 aqui.
Veja o que achamos do Barbera D’Alba Vigneto Pugnane DOC 2013 aqui.
Veja o que achamos do Nebbiolo D’Alba 2013 aqui.
Veja o que achamos do Barolo Bricco Delle Viole DOCG 2011 aqui.
O vinho, cuja
primeira safra foi lançada em 1974, amadurece por 24 meses em barricas de
carvalho francês 25% novas. Foi com esse Barolo que Mario Marengo alcançou
reputação, tornando-se reconhecido pelos vinhos com muito pouca influência da
madeira mas ainda assim estruturados, muito equilibrados, de caráter frutado e
muito agradáveis de beber. Enquanto o Bricco delle Viole mostre, embora sutilmente, mais aromas relacionados à passagem em madeira, o Brunate exibe o frescor da hortelã e tem ênfase nas frutas vermelhas maduras e especiarias.

Em 2013 o Barolo Brunate esteve presente na lista dos 50 melhores vinhos da revista inglesa Decanter.

Vamos ao vinho?
Barolo DOCG Brunate
2011
100% Nebbiolo, do
vinhedo Brunate, em La Morra, DOCG Barolo. 14,5% de álcool.
Cor vermelho granada,
muito brilhante e com a leve transparência típica da Nebbiolo (o que a faz
muitas vezes ser confundida em um primeiro momento com a Pinot Noir). Embora
comece fechado no nariz, vale a pena deixá-lo descansando na taça por alguns
minutos ou aerá-lo no decanter. Quando é liberada, a gama aromática é ampla e
complexa, com notas florais (violetas), de frutas vermelhas (cassis), vegetais
(tabaco) e de especiarias adocidadas (baunilha), picantes (pimenta do reino) e
refrescantes (hortelã). São aromas muito intensos e com boa persistência.
Em boca confirma-se
a variedade aromática sentida no nariz acrescida de frutas maduras e secas
(tâmaras). Os taninos estão muito bem integrados à boa acidez e ao álcool,
resultando em um vinho harmônico. De corpo médio, é muito intenso e muito
persistente. Final intenso e longo, com fundo frutado e refrescante.
Embora longe de
estar maduro, consideramos que já está em fase ótima de beber!!
Nota IV: 92
WS: 93
Pedidos RJ:
contato@idasevinhas.com.br
Idas e Vinhas

Provamos e aprovamos… vinhos Mario Marengo – Barolo DOCG Bricco delle Viole 2011

Idas e Vinhas

O quarto vinho da série Mario Marengo foi o Barolo
DOCG Bricco delle Viole 2011
. É um dos vinhos de alta gama da vinícola, ao
lado do Barolo DOCG Brunate (escrevemos sobre ele aqui). As uvas
(100% Nebbiolo) vêm do renomado cru Bricco delle Viole, nos arredores da
comuna de Barolo. A vinícola possui nesse cru apenas 0,9 ha de videiras
plantadas em 1955 e que rendem uma produção anual de cerca de 4000 garrafas.


Leia um pouco mais sobre o produtor aqui.
Veja o que achamos do Dolcetto D’Alba 2013 aqui.
Veja o que achamos do Barbera D’Alba Vigneto Pugnane DOC 2013 aqui.
Veja o que achamos do Nebbiolo D’Alba 2013 aqui.
Veja o que achamos do Barolo Brunate DOCG 2011 aqui.
Tal como o Brunate, o Bricco delle Viole, cuja primeira
safra foi lançada em 1997, amadurece por 24 meses em barricas de carvalho
francês 25% novas.
Vamos ao vinho?
Barolo Bricco delle Viole DOCG 2011
100% Nebbiolo, do vinhedo Bricco delle Viole, em Barolo,
DOCG Barolo. 14,5% de álcool.
Cor vermelho granada, muito brilhante e com a leve
transparência típica da Nebbiolo (o que a faz muitas vezes ser confundida em um
primeiro momento com a Pinot Noir). Embora comece fechado no nariz, tal como o
Brunete se beneficia muito de algum tempo na taça ou no decanter. Tem boa
variedade de aromas, com destaque para os florais (rosas e violetas), cassis,
ameixa seca, chá mate, tabaco e café. São aromas elegantes, intensos e com boa
persistência.
Em boca confirmam-se os aromas sentidos no nariz,
acrescidos de mais frutas maduras. Nesse vinho harmônico, os taninos macios estão
muito bem integrados à boa acidez e ao álcool. De corpo médio, é um vinho
redondo, muito intenso e muito persistente. Final intenso e longo, com fundo
frutado e levemente amadeirado.
Um vinho muito elegante, já pronto para ser saboreado!
Nota IV: 90
WS: 92

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Idas e Vinhas

Provamos e aprovamos… vinhos Mario Marengo – Nebbiolo D’Alba DOC Vigneto Valmaggiore 2013

Idas e Vinhas

O
terceiro vinho da série Mario Marengo foi o Nebbiolo D’Alba DOC Vigneto Valmaggiore 2013. Sob essa
denominação os vinhos também devem ser produzidos apenas com a casta Nebbiolo
tal como em Barolo e Barbaresco. Uma das diferenças no entanto é que a
exigência de amadurecimento em madeira é menor, de 12 meses. São vinhos mais
leves, para o dia a dia, frutados e agradáveis que ressaltam as características
básicas da Nebbiolo.


Leia um pouco mais sobre o produtor aqui.

Veja o que achamos do Dolcetto D’Alba 2013 aqui.

Veja o que achamos do Barbera D’Alba 2013 aqui.

Veja o que achamos do Barolo Bricco Delle Viole DOCG 2011 aqui.

Veja o que achamos do Barolo Brunate DOCG 2011 aqui.

Para seu Nebbiolo
D’Alba, a vinícola utiliza as uvas do pequeno vinhedo Valmaggiore,
localizado na comuna de Vezza d’Alba na região de Roero, ao norte
de Barolo.São apenas 0,38 ha de videiras plantadas em 1965 e que produzem cerca
de 4.800 garrafas ao ano. O vinho estagia entre 12 e 15 meses em barricas de
carvalho francês 25% novas.
Vamos ao vinho?
Nebbiolo D’Alba DOC Vigneto Valmaggiore 2013
100% Nebbiolo, do vinhedo Valmaggiore, em Vezza
d’Alba, Roero, DOC Nebbiolo d’Alba. 14% de álcool.
Cor vermelho rubi, muito brilhante e com a leve transparência
típica da Nebbiolo. No nariz é um pouco fechado, liberando aos poucos aromas
intensos e persistentes de violetas, cassis e cerejas. Em boca confirmam-se os
aromas sentidos no nariz, com mais intensidade e persistência. De corpo médio,
muito equilibrado, com taninos macios, boa acidez e álcool bem integrado. Final
muito intenso e muito persistente, com fundo frutado e levemente amadeirado.
Prontíssimo para ser apreciado.
Nota IV: 86

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Idas e Vinhas

Provamos e aprovamos… vinhos Mario Marengo – Barbera D’Alba DOC Vigneto Pugnane 2013

Idas e Vinhas

O vinho seguinte da série Mario Marengo foi o Barbera D’Alba
DOC Vigneto Pugnane 2013
, produzido a partir de uvas do Pugnane, um pequeno
vinhedo (apenas 0,38 ha) localizado na comuna de Castiglione Falletto na
DOC Barbera D’Alba, e poucos quilômetros distante dos vinhedos de La
Morra (DOCG Barolo).


Leia um pouco mais sobre o produtor aqui.
Veja o que achamos do Dolcetto D’Alba 2013 aqui.

Veja o que achamos do Nebbiolo D’Alba 2013 aqui.

Veja o que achamos do Barolo Bricco Delle Viole DOCG 2011 aqui.

Veja o que achamos do Barolo Brunate DOCG 2011 aqui.
100% Barbera, o vinho passa de 12 a 15 meses em barricas de carvalho
francês 25% novas e mais 4 meses engarrafado na adega antes de ser comercializado.
O uso comedido da madeira tem a função de preservar o caráter futado da Barbera
nos vinhos. A produção é de apenas 3,2 mil garrafas e segue os preceitos da produção
orgânica
como toda a linha Mario Marengo. Os vinhos não são filtrados nem
clarificados, mas nem por isso deixam de ser límpidos e brilhantes.
Vamos ao vinho?
Barbera D’Alba DOC Vigneto Pugnane 2013
100% Barbera, da
região de Castiglione Falletto. 13,5% de álcool.
Cor vermelho púrpura, com reflexos violáceos, brilhante. No nariz, as
notas aromáticas são fundamentalmente frutadas (cassis, framboesas) e florais
(violetas), a madeira aparecendo de forma muito sutil. Em boca o vinho parece
despertar. Ainda com predominância frutada e floral, os aromas de boca se
revelam mais complexos, bastante intensos e com boa persistência. Vinho
equilibrado, de corpo médio, boa acidez e ótimos taninos. Final intenso e
persistente, com fundo frutado.
Pronto para beber!!
Nota IV: 86
WS: 88

Pedidos RJ:
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