Aconteceu… Degustação Casa Flora

Idas e Vinhas

A última
Quinta-Feira, 26 de Março de 2015, foi mais uma noite de degustação na
Casa Flora. Destinadas aos clientes, formadores de opinião e
amigos da importadora, essas degustações periódicas são uma ótima oportunidade
de provar novos vinhos e explorar o vasto portfólio.

A seleção
do mês escolhida por Abel Mendes trouxe
rótulos da França, Portugal, Itália, Espanha e Chile
“vinhodiversidade” de alta qualidade.
Como de costume, a mesa estava farta, com frios Josep Llorens, bacalhau Dias, azeite de oliva chileno Deleyda e água mineral francesa Badoit completavam a recepção. 
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Vamos aos
vinhos?
Bordeaux-Graves, França.
51% Semillon, 47% Sauvignon Blanc, 2% Muscadelle. 12,5% de álcool. 
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Borgonha –
Chablis, França.
Chardonnay.
13,5% de álcool. 
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Alsácia,
França.
Pinot Noir.
13,5% de álcool. Biodinâmico. 
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Aglianico Dell’Irpinia DOC, Campania,Itália.
Aglianico di Taurasi. 14,5% de álcool. 
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Toscana,
Itália.
Merlot.
14,9% de álcool. 
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Alentejo,
Portugal.
Aragonês,
Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon. 14% de álcool. 
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Rioja, Espanha.
Tempranillo,
Garnacha, Mazuelo. 13,5% de álcool. 
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DOCG Montalcino, Toscana, Itália.
Sangiovese Grosso. 14% de álcool. 
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Alentejo,
Portugal.
Cabernet
Sauvignon, Touriga Nacional, Aragonêz, Trincadeira, Alicante Bouschet. 15% de
álcool. 
Idas e Vinhas

Maipo,
Chile.
Cabernet
Sauvignon, Malbec, Carmenère, Petit Verdot. 14,5% de álcool. 
Idas e Vinhas

Sem dúvida
uma excelente seleção. Nosso top 3:

Maratona Idas e Vinhas… Volta à França em 40 vinhos

Idas e Vinhas
Ontem chegaram as 40 garrafas de vinhos que adquirimos
da importadora Everest, que representamos aqui no Rio de Janeiro.

Idas e Vinhas

O objetivo principal desta aquisição é conhecer
um pouco mais os vinhos que fazem parte do portfólio da importadora, bem como
fazer uma avaliação minuciosa dos exemplares que poderão fazer parte do portfólio
Idas e Vinhas.
Ao longo dos próximos meses realizaremos as
provas técnicas e depois as postaremos aqui para que vocês possam conhecer mais
sobre a França, as suas regiões, os seus produtores e a nossa opinião sobre os
vinhos.
Será uma verdadeira viagem, não percam!
Idas e Vinhas
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ASA Gourmet realiza jantar harmonizado com o sommelier Alexsander no CT Trattorie

Idas e Vinhas

O restaurante CT Trattorie, em parceria
com a importada ASA Gourmet, oferecerá, no dia 31/03, a partir das 19h,
um menu harmonizado com os vinhos Punta Lobos e comandado pelo sommelier
Alexsander.

 Idas e Vinhas
Os
rótulos escolhidos para acompanhar o cardápio elaborado são o Punta Lobos
Sauvignon Blanc
, Punta Lobos Tannat, Punta Lobos Merlot, espumante
CT Cuvee Claude Troisgros
, Coteaux Du Layon.
Entre as receitas, torradas com surubim á mineira,
bambá com ovos de codorna e pimenta biquinho, galeto com quiabo e ora pro nobis,
rabada com purê de batata doce e crocante de cebola e Pudim de queijo com creme
de goiaba cascão.
O preço para o evento é de (R$ 180,00 por
pessoa).
Serviço:
CT Trattorie
Avenida Alexandre Ferreira,
66 – Lagoa
Rio de Janeiro
Reservas pelo tel.: (21) 2266-0838
* Texto e informações fornecidas pela ASA Gourmet.

Notícias da enosfera… Segredo para o terroir pode estar nas bactérias, dizem os cientistas

Idas e Vinhas

Hoje a revista Decanter publicou um estudo relacionado a terroir. 

“Ao nosso ver, esse estudo é um contraponto à corrente que promove o retorno aos vinhos mais naturais, com mínima interferência humana – mais vinha e menos adega.” (opinião Idas e Vinhas). 

Leia o estudo abaixo e tirem as suas próprias conclusões.

Pesquisadores americanos publicaram um estudo
sugerindo que as características associadas ao terroir podem ter mais a
ver com microrganismos encontrados no sistema radicular das videiras do
que com o solo em que elas crescem.

As descobertas, feitas pelo Argonne National
Laboratory,
em Illinois e publicadas
na revista American Society for Microbiology, levantam a possibilidade
de que o manejo das bactérias no solo irá fornecer um meio para moldar o
caráter e o gosto de um vinho.
Segundo o pesquisador do Argonne, Jack Gilbert, “Os viticultores vêm, ao longo
de milhares de anos, selecionando as melhores regiões para cultivar uvas, mas a
ciência ainda é pouco compreendida”. Ele acrescentou “(É claro que) as
bactérias possuem intrincadas associações com as plantas que afetam a
resistência às doenças, a tolerância ao estresse e a produtividade”.
O estudo foi realizado em videiras da casta Merlot
cultivadas em cinco diferentes vinhedos em North Fork, Long Island.
Amostras de solo, raízes, folhas, flores e uvas foram analisadas durante o
período de crescimento, e todas as espécies bacterianas foram identificadas e
seus genes foram sequenciados. O microbioma de New York foi então
comparado com a Merlot de Bordeaux e da Califórnia, resultando em
espécies bacterianas semelhantes.
A maioria das espécies bacterianas encontradas
na videira também estavam presentes no solo em que eram cultivadas, indicando
que o solo funciona como um reservatório para as bactérias.
Dr. Paul Chambers, pesquisador de
biociência no Australian Wine Research Institute, falou o seguinte sobre
o estudo: “Se um viticultor pode moldar o estilo do vinho de maneira
controlada, gerindo o seu microbioma e a sua vinha de forma orientada, abre-se
o caminho para que os enólogos possam moldar de forma mais eficaz os seus
vinhos para atender às demandas do mercado”.
Gilbert
acrescentou: “Do ponto de vista da indústria do vinho, terroir vem
da fisiologia da planta, a natureza química das uvas, e das leveduras responsáveis
pela fermentação”.
“Não temos evidências de que as bactérias
estão contribuindo especificamente para o terroir,
mas o próximo passo é descobrir como essas bactérias estão afetando a química
da planta”.
“Infelizmente o perfil do sabor é uma área
altamente subjetiva, e obter resultados pode demorar um pouco mais – mas este é
exatamente o caminho que estamos seguindo.”

Em busca do Torrontés perfeito… El Porvenir de Cafayate – Laborum Single Vineyard Oak Fermented 2013

Idas e Vinhas

Continuando a minha incansável busca pelo
Torrontés perfeito, hoje foi a vez de provar o top da Bodega El Porvenir de Cafayate.

Já escrevemos sobre a casta e a região aqui.
A bodega El Porvenir de Cafayate é de
propriedade da família Romero, possui 78 hectares de vinhedos que estão
a 1750 metros acima do nível do mar, na região de Cafayate, Salta,
na Argentina.
A produção anual de vinhos é relativamente pequena
e gira em torno de 200 mil garrafas. O enólogo é o jovem argentino Mariano
Quiroga Adamo
, que tem passagens pelos grupos LVMH SA Chandon e Catena
Zapata
e iniciou o seu trabalho na vinícola em 2010, tendo o enólogo
americano Paul Hobbs como consultor.
Paul Hobbs passou a ser consultor da bodega em
2010 e no início de Março esteve presente na vinícola para acompanhar a colheita
de 2014.
Os vinhedos estão em 4 localizações diferentes
(veja o mapa) e as uvas utilizadas neste vinho que provamos vem da Finca El
Retiro
, com vinhas de mais de 50 anos de idade. Os solos são compostos por
areia (90%), argila (2%) e barro (8%). 
Idas e Vinhas
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Além da Torrontés, também cultivam Tannat,
Malbec, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Syrah e Chardonnay.
Dentro da linha Laborum
existem 3 opções de Torrontés, são eles: Torrontés,
Torrontés Oak Fermented e o Torrontésde Otoño (colheita tardia).
Vamos ao vinho?
Fermentado em barricas novas de carvalho francês,
passando mais 6 meses em carvalho francês novo. 13,1% de álcool.
De coloração amarelo-palha escuro. No nariz
mostrou grande variedade de aromas bastante finos, intensos e muito
persistentes de jasmim e flor de laranjeira, lichia, limão, tangerina, grama
cortada, mel e madeira. No paladar é de médio corpo, com bom equilíbrio entre
acidez, açúcar residual e álcool. As frutas, o mel e a madeira são confirmadas
e o seu final é muito persistente com retrogosto frutado e levemente tostado.
Embora
tenha sido fermentado e ainda estagiado em carvalho novo a madeira está em
perfeita harmonia e conferiu maior complexidade e estrutura ao vinho.
Por
enquanto esse rótulo tomou a dianteira na busca pelo Torrontés perfeito!
Nota
IV: 89
R$49
(comprado em SC)
Importadora:
Grand Cru 
Idas e Vinhas
Acompanhe
a saga “Em Busca do Torrontés Perfeito” aqui:

Finca Quara – Viña La Esperanza Single Vineyard Torrontés 2011

Notícias da enosfera… Cientistas avançam no controle das leveduras para reduzir o teor alcoólico do vinho

Idas e Vinhas

Hoje, 24 de
Março de 2015, a revista inglesa Decanter publicou uma
matéria sobre os avanços nos estudos das leveduras a fim de produzir vinhos com
menor teor alcoólico. Veja abaixo o que eles dizem:

“Estamos
cada vez mais próximos de conseguir produzir vinhos aromáticos, de sabor
intenso e ainda com baixos níveis de álcool”, é o que dizem os cientistas
australianos, pioneiros nos estudos das cepas de leveduras.
Experimentos
feitos pelo Dr. Cristian Varela no Australian Wine Research Institute
(AWRI) levaram a uma redução de etanol de 1,8% na fermentação de Shiraz
e Chardonnay, graças a uma combinação de três cepas distintas de leveduras.
A pesquisa,
financiada pela Australian Grape and Wine Authority (AGWA), aparece
ao mesmo tempo em que produtores do Novo
Mundo
buscam a redução dos níveis de álcool – cujos altos níveis são
atribuídos por alguns à mudança climática – para atender ao gosto do consumidor
e reduzir problemas relacionados à saúde.
Os
pesquisadores já estão realizando os ensaios em escala piloto no Hickinbotham Roseworthy Wine Science Laboratory, no Campus
Waite, em Adelaide, mas o Dr. Varela alertou que ainda há muito trabalho
a ser feito.
“Às
vezes o que funciona no laboratório não funciona no mundo real, e não somente
pela mudança de escala”, disse ele. “A temperatura pode ser um
problema ou as leveduras selvagens podem ter um impacto negativo”.
Dr. Varela
tem trabalhado com cientistas australianos, chilenos e espanhóis para estudar a
capacidade de cerca de 50 cepas de leveduras não convencionais para produzir
vinhos de menor graduação alcoólica e que continuem aromáticos e de sabor intenso.
Idas e Vinhas
Uma questão-chave
é que muitas leveduras não convencionais lutam para sobreviver e trabalhar ao
lado da Saccharomyces cerevisiae, a levedura de vinho mais comumente
utilizada, porque ela é forte e age rapidamente.
Mas Dr.
Varela descobriu que uma combinação de Saccharomyces cerevisiae e duas cepas
não convencionais – Metschnikowia Pulcherrima e a Saccharomyces
Uvarum
– reduziu os níveis de etanol na Shiraz e na Chardonnay, após
tratamento prévio dos sucos para a remoção de microrganismos.
“O
desafio com testes em maior escala será conseguir fazer com que as cepas de
leveduras não convencionais funcionem corretamente e evitar que o produto final
tenha aromas e sabores indesejáveis”, disse o Dr. Varela.
“Agora precisamos
trabalhar com volumes maiores e com leveduras selvagens e bactérias
provenientes das uvas no mosto, para ver se as duas cepas não convencionais
ainda são capazes de realizar o desafio”, acrescentou.
“O
objetivo final é traduzir isso em algo que os produtores de vinho possam usar
para produzir vinhos com teor alcoólico reduzido, e ainda assim aromáticos e
intensos no sabor”.
www.winespectator.com

Provamos e aprovamos… Clos des Fous Cauquenina – Viñas Viejas de Cauquenes 2011

Idas e Vinhas

O projeto Clos des Fous é o resultado da
união de quatro amigos “loucos” que optaram por plantar vinhedos conforme os
seus próprios instintos, ignorando teorias de “especialistas” em terroir.

A equipe é formada pelo viticultor Paco
Leyton
, pelo winemaker Francois Massoc, pelo “caçador de
terroir” Pedro Parra e por Albert Cussen, considerado “o sábio”.
Clos des Fous é, na sua essência, um projeto
dedicado a encontrar terroirs extremos no Chile e elaborar vinhos
únicos a partir deles: vinhedos de altitude, da costa do Oceano Pacífico e os
do extremo Sul na região de Malleco, a 700 km ao Sul de Santiago.
Idas e Vinhas

O projeto teve início em 2008 e a primeira
safra a ser comercializada foi a de 2010
Tivemos a oportunidade de conhecer o incansável
Pedro Parra em um almoço onde trocamos impressões sobre esse e outros projetos
como o Altos Las Hormigas, veja aqui
Vamos ao vinho?
Clos des Fous Cauquenina – Viñas Viejas de Cauquenes 2011
Vinhedos localizados em Cauquenes (cerca de 350
km ao Sul de Santiago) com mais de 80 anos e situados a aproximadamente 1000
metros acima do nível do mar.
40% Malbec, 25% Carmenère, 14% Syrah, 10% Pais
e 6% Carignan. 18 meses em carvalho francês. 13,5% de álcool.
Cor vermelho púrpura escuro. Com aromas
intensos, persistentes e bastante finos de cassis, cereja, framboesa e morango,
hortelã, alguma especiaria (baunilha) e notas defumadas e de madeira. Em boca é
de médio corpo, taninos presentes e finos, boa acidez e álcool em equilíbrio.
Final de boca muito persistente com retrogosto frutado.
Nota IV: 86
R$69
Importadora: Ravin 
Idas e Vinhas

Veja os outros rótulos do Clos des Fous
que provamos:

Provamos e aprovamos… Domaine la Haute Févrie – Muscadet de Sèvre-et-Maine Sur Lie 2010

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O Domaine “la Haute Févrie” fica cerca
de 18 km a sudeste de Nantes, bem no meio da denominação de origem protegida
Muscadet Sèvre et Maine, considerada a melhor sub apelação da AC
Muscadet
, no Vale do Loire.

Hoje a propriedade tem 30 hectares de
vinhas da casta branca Melon de Bourgogne, todos sob a denominação Muscadet
Sèvre et Maine
. Os vinhedos são divididos em quarteis considerando os
diferentes tipos de solo, sendo os mais comuns de argila, sílica e cascalho. 
Idas e Vinhas
Idas e Vinhas
Idas e Vinhas

A Melon de Bourgogne resulta em vinhos de caráter
mineral com toques cítricos, além de leve efervescência (Jancis Robinson). A
tradição de envelhecimento com as próprias borras acrescenta sabor ao vinho, já
que a Melon é considerada neutra. 

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O manejo dos vinhedos tem por base a
viticultura sustentável, sem a utilização de fertilizantes químicos, com
controle de rendimento e colheita manual.
Vamos ao vinho?
Vinhedos de 35 anos, 100% Melon de Bourgogne,
maturação em contato com as leveduras durante 7 meses e é engarrafado com elas.
12% de álcool.
Cor amarelo palha de média intensidade. No
exame olfativo apresentou aromas bastante finos, intensos e persistentes com
notas minerais, florais e cítricas (limão), camomila e mel. Já no gustativo é
de corpo leve, fresco, macio e o álcool está em equilíbrio. Final de boca muito
persistente com fundo levemente cítrico.
É um vinho diferente, que deve expressar as
características da Melon de Bourgogne e do seu terroir. Os especialistas
falam que uma das características de um Muscadet de Sèvre-et-Maine Sur Lie é o
aroma evidente de Almíscar. Como não possuímos este aroma em nossas memórias
olfativas, não podemos afirmar se é verdade ou não.
Devido à sua alta acidez e mineralidade, é
perfeito para acompanhar pratos de frutos do mar e, provavelmente, maravilhoso
com ostras.
Nota IV: 86
R$96
Importadora: Zahil
Idas e Vinhas

* Crédito da fotos: Domaine la Haute Févrie

Provamos e aprovamos… Col Vetoraz – Prosecco di Valdobbiadene Superiore di Cartizze DOCG – Extra Dry

Idas e Vinhas

A Col Vetoraz está localizada no topo da colina de mesmo
nome, próxima à Cartize, em S. Stefano di Valdobbiadene, a
400 metros acima do nível do mar. A vinícola pertence à família Miotto
que se estabeleceu na região em 1838 e desde então iniciou o cultivo da Glera, casta utilizada para o Prosecco.

Já escrevemos sobre o Prosecco aqui.
A DOCG Cartize Superiore é uma pequena
subárea de produção, com apenas 107 hectares, na cidade de Valdobbiadene. É considerada a denominação que melhor
expressa a região. 
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Vamos ao vinho?
Produzido pelo método Charmat. 11,5% de álcool.
Cor amarelo dourado de média intensidade e com
reflexos dourados. Apresentou bom perlage,
com bolhas de bom tamanho e média persistência. Não houve formação de colar.
No olfato mostrou aromas de boa qualidade,
intensidade e persistência, com notas de peras, mel, e amêndoas tostadas. Em
boca possuí boa qualidade do CO2, bom corpo e acidez viva. O mel e
as notas tostadas são confirmadas, o retrogosto tem boa persistência, notas
adocicadas e tostadas.
Embora seja Extra Dry, o açúcar residual
não chega a atrapalhar se estiver na temperatura correta de serviço: 6 a 8ºC.
Nota IV: 81
WS: 82
R$ 87
Importadora: quando compramos era a Vinci.
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Copyright das fotos: Col Vetoraz

Vinhos da Nova Zelândia – Ascensão no mercado internacional

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Em 2014 as exportações de vinho da Nova Zelândia bateram novo record, crescendo
8,2%. A bebida ocupa agora o 6ª lugar entre os produtos de exportação do país.

Nos últimos 15 anos a indústria do vinho neozelandesa experimentou
crescimento significativo tanto em volume de produção quanto de exportação.
Muitos investidores estrangeiros foram atraídos pelas oportunidades criadas em
um mercado que gerou cerca de USD 1,5 bilhão (dados de 2014) em ganhos com
exportação. Esse cenário colocou o país na 8ª posição no ranking mundial de
exportadores de vinhos em valor exportado e na 11ª posição relativa a quantidade
exportada (cerca de 295 mil toneladas). Fonte: TradeMap
Idas e Vinhas
A Nova Zelândia produz de forma consistente vinhos premiados pela
crítica internacional especializada, e vem investindo fortemente em tecnologia
e inovação das práticas vitícolas.
Os Sauvignon Blanc configuram a maioria das exportações, enquanto os
Pinot Noir vêm em 2º, com crescentes reputação e valor agregado. Também
importantes são os varietais de Chardonnay, Syrah e Cabernet Sauvignon.
Os principais destinos do vinho neozelandês são Austrália, Reino Unido e
Estados Unidos, mas o mercado asiático está em franca expansão.
Particularmente provamos excelentes exemplares de vinhos da Nova Zelândia,
que, com suas paisagens espetaculares, certamente será um dos nossos destinos em breve!
Idas e Vinhas
Pisa Range Estate Winery
Destacamos os vinhos da Greywacke (o Pinot Noir é sensacional), Craggy Range, Yealands e Saint Clair (um dos melhores Sauvignon Blanc que já provamos).
Vejam outros posts que escrevemos sobre os vinhos neozelandeses
  
Fontes
consultadas para este post: