Provamos e aprovamos… O. Fournier Alfa Crux 2002 Malbec

Idas e Vinhas
A O. Fournier é o resultado do projeto de Manuel Ortega Fournier, ex executivo de duas grandes instituições
financeiras em Londres e em Madrid. O grupo foi fundado em 2000 tendo como foco
principal a elaboração de vinhos de alta qualidade. Atualmente possui vinícolas
na Argentina, Espanha e Chile. Somando-se os vinhedos dos 3 países, o grupo
possui mais de 400ha de vinhas.



Na
Argentina, são 80ha de vinhedos (de uma área total de 263ha), dos quais 12ha são
de vinhas velhas, com mais de 30 anos. As castas cultivadas são a Tempranillo,
Merlot, Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah e Sauvignon Blanc.
Idas e Vinhas

Idas e Vinhas

Os
vinhedos estão localizados na região de La Consulta, no Vale do Uco, a altitude
é de 1200m acima do nível do mar. Nesta altitude a amplitude térmica entre o
dia e a noite pode variar entre 20ºC a 25ºC favorecendo o bom crescimento das
videiras e a maturação correta das uvas.
Vamos
ao vinho?
Idas e Vinhas

A
safra 2002 foi considerada a melhor da década, o que é sempre promessa de
excelentes vinhos.
100%
Malbec, estagiou durante 17 meses em barricas novas de carvalho francês (80%) e
americano (20%).
Este
é um daqueles Malbec robustos e intensos. A cor ainda é vermelho-rubi, o que
não é comum em vinhos dessa idade. No nariz demonstra complexidade, com aromas
de frutas negras e vermelhas maduras, ameixas, notas de tabaco, menta e toques
de baunilha e chocolate. Em boca é potente, encorpado, as frutas são
confirmadas (chega a ser adocicado), os taninos são aveludados e álcool e a
acidez estão em harmonia. O seu final é longo e sedutor. Recomendamos!
Nossa
nota: 92
WS.: 93

Estivemos na Argentina no ano passado e pagamos R$182,00 nesta garrafa.

Importado
pela Vinci

Ontem (20 de Junho de 2013), foi dia de degustação Idas e Vinhas

Idas e Vinhas

Apresentamos o tema “Faces
da Pinot Noir
”, degustando ótimos exemplares produzidos com esta casta em
diferentes países.

 Idas e Vinhas
Obtivemos
sucesso na intenção de promover o encontro de clima bastante descontraído, onde
todos puderam contribuir com as suas impressões.
Idas e Vinhas
Abel Mendes (Casa Flora) e Ana Cristina Follador (Idas e Vinhas)
O
local da degustação – show room da Casa Flora – RJ – também contribuiu
para tornar o clima ainda mais agradável. Os participantes foram recebidos com espumante
francês Veuve du Vernay e uma seleção especial de azeites de oliva, queijos e
frios espanhóis (Josep Llorens). Tudo primorosamente organizado pela equipe de
Abel Mendes, que esteve presente dando todo o apoio necessário.
Idas e Vinhas

Idas e Vinhas

Os
vinhos escolhidos foram:
Alfredo Roca Reserva de Família
Pinot Noir 2010 – Argentina
Nederburg Winemaster’s
Pinotage 2009 – África do Sul
Viña Casablanca Nimbus Single Vineyard Pinot Noir 2010 – Chile
Chauvot-Labaume 2010 Vieilles Vignes–
França
Grey Wacke Pinot Noir 2010 – Nova Zelândia (confira aqui
o post)
Idas e Vinhas

Ficamos
felizes pois todos ficaram satisfeitos com a seleção de vinhos e a forma como
conduzimos a degustação, compartilhando conhecimento de forma leve e lúdica.
Idas e Vinhas
Idas e Vinhas
Idas e Vinhas
Missão cumprida!!!
 Fiquem
atentos que em breve anunciaremos a próxima!!

Vejam aqui como foram as outras degustações na Casa Flora:

Desafiando Bordeaux – 12/09/2013
Vinhos da Toscana – 01/08/2013

Vinhos Herdade do Rocim no Winebar do dia 17 de junho de 2013


Portugal foi pauta do Winebar de hoje (em parceria com a importadora World Wine), um programa dedicado
ao crescente público dos apreciadores de vinho. Apresentado por Daniel Perches,
o Winebar desta segunda feira contou com a presença de
Catarina Vieira, engenheira agrônoma e enóloga responsável pelo projeto
Herdade do Rocim, que produz vinhos na tradicional região do Alentejo.










Idas e Vinhas

O
Alentejo é uma das regiões de desenvolvimento vinícola mais recente em Portugal,
há cerca de 20, 30 anos. Logo seu potencial para produção de vinhos de alta
qualidade foi reconhecido e hoje figura entre as regiões vinícolas mais
importantes do país.

O
clima da região – Mediterrâneo-continental – sem dúvida é um dos fatores de
sucesso dos vinhos Alentejanos. Verões secos e quentes, pouca chuva (e nenhuma
na época da colheita) e alta insolação são os ingredientes para o
desenvolvimento e a maturação perfeita das uvas.

Idas e Vinhas

A
região é repleta de planícies e pequenas serras. Além dos vinhedos, oliveiras e
sobreiros fazem parte da paisagem, trazendo outras riquezas: o azeite
Alentejano é de boa qualidade e o sobreiro é a árvore de onde são fabricadas as
rolhas de cortiça que ainda são a melhor forma de fechar as garrafas de vinho.
Embora
a produção de vinho no Alentejo utilize técnicas bastante modernas, uma
tradição permanece: certos produtores fazem questão de manter a pisa tradicional
na maceração de seus vinhos ícones.
A
Herdade do Rocim é uma propriedade de 120 ha, dos quais 70 ha são vinhas (53
castas tintas e 17 brancas) na região do Baixo Alentejo entre Vidigueira e Cuba.
Idas e Vinhas

O
vinho ícone é o Grande Rocim, um
varietal de Alicante Bouschet (plantada em apenas 10 ha) que ostenta a denominação DOC Alentejo. O Grande Rocim só é lançado em anos nos quais a qualidade da uva é excepcional, e o número de garrafas produzidas é bastante limitado e também varia de acordo com a safra.

Os demais
vinhos denominados Vinhos Regionais Alentejanos são o Olho de Mocho e o Rocim. De acordo com a enóloga, são dois vinhos desenvolvidos para exibirem perfis distintos. O Rocim privilegia o frescor e as características da fruta, e para tal as barricas utilizadas são de segundo ou terceiro uso. Já o Olho de Mocho é um vinho mais concentrado e potente, com 50% de passagem em barricas de carvalho francês novas.

Os
vinhos que recebemos para a degustação foram os seguintes: Herdade do Rocim 2009
e o Herdade do Rocim Olho Mocho Reserva 2009.
Idas e Vinhas

O
Herdade do Rocim 2009 é um
corte de Aragonez, Syrah, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Trincadeira. 65%
do vinho estagiou durante 8 meses em carvalho francês (80%) e carvalho
americano (20%) os outros 35% descansaram em inox. Após o engarrafamento, permaneceu
por mais 6 meses na adega da vinícola.
Idas e Vinhas

De
cor vermelho rubi. No olfato sobressaem as frutas vermelhas, notas minerais e
vegetais e de especiarias. Os taninos estão presentes mas não incomodam, em
equilíbrio com a acidez e o álcool.

Nossa
nota: 88
O
Herdade do Rocim Olho Mocho Reserva 2009 é elaborado com as castas Syrah, Touriga Nacional e Alicante
Bouschet. Passou por 12 meses em carvalho francês (80%) e americano (20%) e
mais 6 meses em garrafa. Elaborado com as melhores uvas da colheita de cada
ano. É considerado uma das melhores apostas da vinícola.
Idas e Vinhas
A
cor é vermelho rubi. Os aromas são finos, intensos e com boa persistência. O
que se destaca é o chocolate, as frutas vermelhas, café menta e tabaco. Em boca
é equilibrado, com bom corpo. Os taninos estão muito presentes, contrapondo-se
à acidez viva, indicativos de boa estrutura e potencial de evolução.

WS. 87
Nossa nota: 89

Caso alguém tenha ficado curioso, o nome Olho de Mocho homenageia uma flor silvestre da região, que se parece com olhos de coruja (Mocho).

Idas e Vinhas

Greywacke Pinot Noir 2010 – um dos vinhos da degustação “Faces da Pinot Noir” no próximo dia 20 de Junho.

Idas e Vinhas



A
Pinot Noir, uva delicada e de casca muito fina, requer muito cuidado em todas
as etapas de cultivo e vinificação. Foi na Borgonha que encontrou o terroir perfeito para desenvolver todo o
seu potencial (clima ameno e o solo predominantemente argiloso e calcáreo).
Aromas frutados, taninos macios em perfeito equilíbrio com o álcool e a acidez
são as características mais marcantes de um bom Pinot Noir.


Mas
não é apenas na Borgonha que encontramos Pinot Noir de qualidade. Com a
expansão da atividade vinícola, alguns produtores aceitaram o desafio e vêm
produzindo excelentes exemplares. Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos e Chile são alguns
países que vêm se destacando.

Idas e Vinhas
Copyright: Kevin Judd

Esse
é o tema da degustação que o Idas e Vinhas promove no próximo dia 20 de Junho,
na Casa Flora/RJ
(clique aqui para informações sobre inscrições).

Hoje
degustamos o Greywacke Pinot Noir 2010,
produzido na Nova Zelândia em uma das regiões de clima mais frio, a Ilha Sul.
A
Greywacke é uma vínícola bastante nova (2009), mas seu fundador, Kevin Judd, produz
vinhos desde 1983. Seu Pinot Noir vem dos vinhedos localizados nas encostas do
Vale Sudoeste de Marlborough. A proposta é de um vinho que expresse
intensamente o caráter da Pinot Noir, fragrante e frutado. A mídia
especializada vem avaliando bem esse vinho, tendo a safra 2010 obtido 93 pontos
da Wine Spectator.


Vamos ao vinho?

Idas e Vinhas

Idas e Vinhas

A
cor é vermelho-rubi, quase cereja. Muito brilhante e com a transparência típica
de um Pinot Noir.

Os
aromas são de frutas vermelhas (framboesas, morangos, cerejas e ameixas), além de notas de
pimenta, madeira e um leve defumado.
Em
boca, corpo médio, taninos muito agradáveis, acidez e álcool equilibrados. Um
convite à segunda taça!
Nossa
nota: 89
WS.: 93

Importadora:
Casa Flora

Preço:
R$ 190,47

Degustações Idas e Vinhas

É com muita satisfação que
anunciamos o início das nossas degustações de 2013! A proposta é simples: encontros
temáticos e descontraídos para aprender ou simplesmente conhecer diferentes
vinhos. Para iniciantes e iniciados, nosso primeiro tema será: “Faces da Pinot Noir”.

O local escolhido também é
especial: o belo show room da Casa
Flora/RJ
. Além dos vinhos, uma fina seleção de frios e delicados azeites
completam a experiência. Data: 20 de Junho de 2013 (inscrições até o dia 16 de
Junho). Confiram todos os detalhes na arte abaixo.
Idas e Vinhas

Inscrições e maiores Informações:
idasevinhas@gmail.com

Vejam aqui o post que fizemos sobre o vinho Greywacke Pinot Noir 2010 que estaremos apresentando neste evento.

Enodica: se você for à França…Vins Grands Crus

Idas e Vinhas

Recentemente
estivemos em Paris e fizemos uma lista de alguns vinhos que gostaríamos de conhecer
e trazer para a nossa adega.

Dessa
vez escolhemos inovar, deixando o circuito Lavinia – Nicolas – La Bordeauxthèque da Lafayette
e apostando em um destino diferente: a loja Vins Grands Crus que fica a cerca de
47km de Paris, em Marecourt, região metropolitana.
A
loja possui excelentes rótulos da Borgonha, Rhone e Champagne, mas o seu forte
são os Bordeaux. Você encontrará vinhos das safras atuais às mais antigas, como
a do Château Palmer 1924. O grande atrativo são os preços. Não são necessariamente
baratos, mas ganham quando comparados às lojas que citamos. Exemplo: o vinho Château Ducru Beaucaillou 2000, custa 395 na Lavinia e na
Vins Grands Crus sai
por 167,44, ou seja, menos da
metade do preço
. Vale muito a pena! Citamos apenas esse para deixar que
vocês façam as suas comparações… Outro detalhe importante é que você terá uma
boa parte dos 19,6% de imposto cobrado devolvida.
Idas e Vinhas

O ambiente é simples e os vinhos estão bem acondicionados na ampla adega
climatizada. Fomos prontamente atendidos pelo Jean Charles, que responde a qualquer pergunta a respeito dos
vinhos e das safras. Você sai da loja com os vinhos acondicionados em caixas
resistentes e toda a documentação para o reembolso dos impostos em mãos. 

Idas e Vinhas


tem um problema… Para chegar à loja é uma aventura. Se observar no Google
maps a Vins Grands fica em uma rua que liga o nada a lugar algum. Fora isso,
você levará no mínimo 1 hora para ir e, com sorte, mais 1 hora para voltar. O
trânsito parisiense e em boa parte das auto estradas pode ser bem caótico. Se o
carro não tiver GPS não perca o seu tempo. Você não vai conseguir chegar e
muito menos voltar. 
Idas e Vinhas

De
qualquer forma, valeu a pena. Foi uma boa oportunidade para conhecer os
arredores de Paris e principalmente uma ótima opção para comprar grandes vinhos
franceses. 
Idas e Vinhas
A
dica é: se você for a Paris e ficar menos que 7 dias, faça a sua compra pela
internet ainda aqui no Brasil e peça para entregar no seu hotel. Confira os
detalhes no site.