Notícias da enosfera: Agora é a vez da banda de heavy metal Nightwish lançar o seu próprio vinho.

Imaginareum wine

Depois de bandas de
heavy metal como Mothorhead, Slayer, Kiss e Warrant lançarem seus próprios
vinhos, chegou a vez dos finlandeses do Nightwish aderirem à tendência, com o
seu tinto “Imaginareum”, nome em referência ao seu mais recente cd
.

Segundo
a banda, é o vinho mais “imaginativo” do planeta. É proveniente de uma grande
região produtora espanhola e elaborado a partir de vinhas velhas, de mais de
100 anos, o que transmite ao vinho maior complexidade de aromas e sabores.
Antes de ser engarrafado o vinho estagia por 14 meses em carvalho francês. Para
os fãs que quiserem conferir, é possível comprar pelo site oficial da banda: http://www.nightwishwine.com/
A
criação do bonito rótulo foi baseada na música “The Crow, The Owl And The Dove”
do álbum Imaginareum.
Tuomas, lider da banda, diz ainda que o “emblema
do pássaro” será revelado para aquele que estiver ouvindo a música e degustando
uma taça de Imaginareum.
Imaginareum wine
Abaixo um vídeo promocional do vinho.

Provamos e aprovamos… Laura Hartwig Cabernet Sauvignon Reserva 2008

Viña Laura HartwigNos últimos dias estamos selecionado algumas vinícolas
chilenas que queremos conhecer e uma amiga enófila indicou a Viña Laura Hartwig. É uma vinícola boutique, familiar, que oferece um tour muito original que inclui um passeio de
charrete pelas vinhas.

Iniciando o aquecimento para a viagem, fomos à Lidador do
Shopping Rio Sul e, atendidos pelo sempre atencioso Fábio, encontramos o Laura Hartwig Cabernet Sauvignon Reserva 2008 .
A vinícola foi fundada em 1990 e está localizada em Santa
Cruz, no Valle de Colchagua e possui 80ha de vinhedos que se dividem em
Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère, Syrah, e Petit Verdot e a sua capacidade
de produção anual é de 300 mil litros de vinho.
A elaboração dos vinhos fica por conta do enólogo Renato
Czischke, que já passou pela Errázuriz.
A vinícola produz 5 rótulos, sendo o Mistura Gran Reserva
o ícone, elaborado a partir de Cabernet Sauvignon, Carmenère, Merlot e Syrah.
As videiras têm 28 anos e o potencial de guarda do vinho, segundo o produtor, é
de 15 anos.
O que provamos é o Cabernet Sauvignon Reserva 2008, considerado
o top dentre os varietais (há também o Chardonnay, Merlot e Carménère). Também
produzido a partir de vinhas velhas (27 anos) e com potencial de guarda de 10
anos. A produção é cuidadosa, as uvas são selecionadas após a colheita e 75% do
vinho é mantido em barricas de carvalho francês e americano durante 14 meses.
Laura Hartwig Cabernet Sauvignon Reserva 2008
Laura Hartwig Cabernet Sauvignon Reserva
Notas de degustação:
A cor estava rubi, caminhando para o granada e com ótimo
brilho.
No nariz, complexo, apresentou notas de frutas vermelhas
frescas (embora já com 4 anos), um pouco de pimenta preta, canela e alguns aromas
de evolução.
As notas de frutas vermelhas e a pimenta foram
confirmadas na boca. Os taninos estão presentes, a acidez e o álcool são equilibrados
demonstrando que o vinho tem bom corpo e alguns anos de vida pela frente.

A nossa nota foi 88. É um vinho bastante agradável mas não excepcional, o que, para nós, prejudica seu custo benefício (R$74,00) para ser bebido no dia a dia.

Mas pode ser um belo presente, o rótulo é muito bonito e original, retratando a própria Laura quando jovem.

Vinhos de larga produção

E&J Gallo WineryPara
grande parte dos enófilos degustar um vinho vai muito além de simplesmente
tirar a rolha da garrafa e beber. A diferença já inicia no verbo “degustar”.
Antes do primeiro gole nos interessa saber a história que envolve o vinho
escolhido, quem é o produtor, qual a região, qual o terroir e que experiências
sensoriais nos estão reservadas.

Ao
provar o líquido procuramos os aromas, imaginamos os cuidados com que aquele
vinho foi elaborado, o ritual da colheita manual das uvas (em algumas vinícolas
é motivo de comemoração), a chegada das caixas à cantina, o processo de
vinificação…

Por
outro lado, assistimos a um expressivo aumento do consumo de vinho (o gigantesco
mercado chinês é apenas um exemplo), o que vem resultando no rápido
desenvolvimento de vinícolas que se dedicam à produção em larga escala de
vinhos para consumo rápido e com preços atraentes.
Uma
vinícola que bem representa esse perfil é a gigante americana E & J Gallo Winery, fundada em 1933 (logo após a revogação da Lei Seca) pelos irmãos Ernest
e Julio Gallo em Modesto na Califórnia.
Atualmente
a E & J Gallo Winery produz mais de um bilhão de litros de vinho por ano. Isso
mesmo, um bilhão! Essa proeza faz com que ela seja a maior vinícola do mundo,
maior mesmo que a produção de muitos países.
E&J Gallo Winery
Uma garrafa em cada 4 vendida nos EUA é da Gallo. A vinícola mais parece uma usina petroquímica.
A
E & J Gallo Winery tem vinhedos nas principais regiões produtoras da Califórnia:
Fresno, Sonoma, Napa Valley, Monterey e Central Coast, além de representar e
comercializar dezenas de outras marcas de todo o mundo.
Mesmo
seguindo a linha de produção em larga escala, com alto grau de automação, em
1999 recebeu o prêmio de “Vinícola do Ano” na Feira de Vinhos do Condado de Los
Angeles e em 2000 foi “Melhor produtor Americano de Vinhos” da Competição Internacional
de Vinhos e Destilados sediada em Londres.
O
exemplar que degustamos foi o Dancing Bull Vintage Blend Cabernet Sauvignon2010. As uvas são provenientes de Sonoma e Central Coast, são colhidas mecanicamente
e levadas para a vinificação em containers
refrigerados. A etapa da vinificação também é mecanizada, utilizando vinificadoras
automáticas Vinimatic, que controlam a fermentação, a temperatura interna dos
tanques e fazem toda a trasfega e filtragem sem expor o vinho ao oxigênio.
Feito isso, ele estagia por 3 meses em barricas de carvalho americano.
Dancing Bull Vintage Blend Cabernet Sauvignon 2010
Notas de degustação: cor violácea,
demonstrando sua juventude, não apresentou grande variedade de aromas, sobressaindo
as frutas vermelhas, um pouco de tostado, menta e pimenta do reino, embora com
pouca persistência. Na boca foi equilibrado, com médio corpo e boa acidez. Final
curto mas agradável.
Nossa
nota foi 85
. Um vinho muito bom e com qualidades especiais
Dancing Bull é um vinho que tem o seu lugar em reuniões descontraídas nas quais o vinho
é o acessório e não o assunto principal.
Como
o próprio produtor declara: “É um vinho para ser bebido e não degustado”. Ele
ainda diz: “Não perca tempo cheirando a rolha pois os nossos vinhos são feitos
para serem bebidos agora”.
O
Dancing Bull é produzido nas versões Cabernet Sauvignon, Zinfandel, Merlot,
Sauvignon Blanc e Chardonnay e todos são bem avaliados pela mídia especializada.

No mercado americano
ele tem preço bastante atraente, $12,00. Já no Brasil ele custa R$47,00.

Abaixo um interessante vídeo sobre a vinícola.

Aconteceu… Degustando no Espaço – Vinhos Orgânicos e Biodinâmicos

Orgânicos e biodinâmicos com Ana Cristina FolladorDia
08/10 segunda-feira, aconteceu a terceira degustação do Projeto Degustando no
Espaço e o tema foi “Vinhos orgânicos e biodinâmicos – na era da
sustentabilidade
” ministrado por Ana Cristina Follador.


Turma
completa, às 18h30 começaram a chegar os participantes. Foi com muita
satisfação que recebemos os enófilos/amigos com uma taça de espumante para
iniciar a noite.
Equipe Degustando no Espaço
Monica Alves, Mario Trano, Alexandre e Ana Follador

Iniciamos
com uma breve apresentação dos princípios das vitiviniculturas sustentável,
orgânica e biodinâmica (veja aqui post sobre o assunto) e logo em seguida
passamos à apreciação dos vinhos.

A
seleção dos rótulos foi um desafio, uma vez que procuramos aqueles que
apresentassem efetivamente alguma certificação atestando a sustentabilidade, a
produção orgânica e/ou a produção biodinâmica.
Esse desafio levou a um interessante desfile de rótulos, reunindo vinhos
bastante distintos entre si (diferentes países, brancos e tintos, leves e
encorpados), o que acabou sendo uma fonte de aprendizado para alguns dos
presentes, que estão iniciando no mundo do vinho.
Iniciamos
com o chileno Matetic EQ Chardonnay 2010, com 10 meses de passagem em carvalho. De
aroma fragrante e frutado, com um toque de madeira, e corpo leve, mostrou-se
ideal para iniciar a degustação.
O
segundo vinho foi também branco, o francês Domaine Cazes 2009, sem passagem em
madeira. Feito com as uvas Muscat de Alexandria, Muscad Petit Grain e Viognier,
apresentou aromas delicadamente adocicados e amplos de flores e frutas que
surpreendeu e agradou bastante.
O
terceiro vinho iniciou a sequência de tintos, e foi o sul africano Avondale Pinotage
2009
. O médio corpo e os aromas delicados fizeram um bom papel na transição
entre brancos e tintos.
O
quarto vinho, o chileno Coyam 2010 (vinícola Emiliana), chegou cercado de
expectativas, pois é um dos ícones da vinícola. Encorpado e de aromas mais
complexos, não decepcionou nenhum pouco, demonstrando ser um vinho de
personalidade e com potencial de guarda. Todos concordaram que os taninos
estarão mais macios com mais tempo de garrafa e o vinho estará ainda melhor.
Para
finalizar a noite, selecionamos o italiano Saladini Pilastri Rosso Piceno
Superiore Vigna Monteprandone 2006
. Esse acabou sendo o tinto preferido, pois
se apresentou com excelente equilíbrio e taninos muito agradáveis. Os aromas
mais complexos de evolução associados aos frutados ainda presentes ganharam
elogios.

Vinhos Orgânicos e biodinâmicos
Os vinhos da noite: Matetic, Cazes, Avondale, Coyam Emiliana, Saladini Pilastri

Ficamos
muito satisfeitos por sentir que todos os presentes estavam tendo uma noite
bastante agradável, onde puderam se expressar e interagir. Só temos a agradecer
a todos pelo sucesso do evento!
A
próxima degustação acontecerá no dia 29 de Outubro de 2012, onde serão
apresentados os vinhos da vinícola catarinense Villa Francioni.
Gostou?
Então não perca tempo e garanta logo a sua inscrição. Envie um e-mail para espaçoidealvinhos@gmail.com

Degustação de vinhos orgânicos e biodinâmicos
Turma completa!

Aconteceu… Degustação Ramirana na ABS Rio

Ramirana

No
dia 09/10/2012 participamos da degustação dos vinhos da vinícola chilena Ventisqueiro
Ramirana promovida pela ABS Rio.


A
apresentação dos vinhos foi realizada por nada mais nada menos que o enólogo da
vinícola, o jovem Alejandro Galáz que assumiu a posição em 2006. Estavam ainda
presentes Nícolas Farias (representante da Ventisquero no Brasil) e Fernando
Mourão (representante da Cantu no RJ).

A
proposta da Ramirana é a de produzir vinhos de boutique, com baixa produção
(400.000 garrafas por ano), oferecendo cortes inovadores e não usuais
(Sauvignon Blanc e Gewurztraminer por exemplo), para harmonizar com pratos da
alta gastronomia.
Alejandro Galaz
Alejandro Galaz
O
Chile está situado entre duas grandes forças da natureza, a oeste está o Oceano
Pacífico e ao leste está a Cordilheira dos Andes. Outra peculiaridade é o Deserto
do Atacama ao norte, que é considerado o mais alto e árido do mundo e as
temperaturas são extremas e variam de 0ºC à noite e 40ºC durante o dia.
Essa
geografia cria barreiras naturais de proteção dos vinhedos de doenças, propiciando
um ambiente são para o cultivo de uvas viníferas.
Os
vinhedos da Ramirana estão localizados próximos ao litoral (em média 5km), que
apresenta temperaturas mais frias do que as tradicionais regiões vinícolas do
Vale Central e uma variação menor entre as temperaturas diurnas e noturnas. Isso
faz com que a maturação das uvas seja mais lenta, resultando em vinhos mais
frescos, com mais acidez, menos açúcar e menos álcool.
A
proximidade do Oceano traz outra peculiaridade aos vinhos da Ramirana: o sal
que se deposita no solo e nas folhas traz uma mineralidade perceptível na boca.
A
Ramirana também tem 12ha de Sauvignon Blanc plantadas em Huasco, mais conhecido
como Valle del Elqui no deserto do Atacama (a 22km do litoral) e para a
colheita de 2012 estão previstas 3000 garrafas de vinho ainda sem nome
definido. A colheita é feita durante o dia, as uvas são acomodadas em caminhões
refrigerados e viajam mais de 800km durante a madrugada até chegar à cantina
para a vinificação.
Nossa
impressão geral dos vinhos foi positiva. São leves e agradáveis de beber
(principalmente os brancos). Para quem busca estrutura e complexidade, o Ramirana
Premium Trinidad Vineyards não decepciona (para nós, foi o melhor da noite).
Os
vinhos apresentados por Alejandro foram os seguintes:
Ramirana Reserva Chardonnay e Sauvignon BlancRamirana Reserva
Chardonnay 55% e Sauvignon Blanc 45% – 2010
Os
vinhedos estão localizados no Valle de Colchagua, na sub região de Lolol.
30%
da Chardonnay passa em barricas durante 8 a 10 meses e o restante fica em
tanques de aço.
Os
aromas de frutas como abacaxi e manga e notas minerais suaves. A acidez proveniente
da Sauvignon Blanc é longa e persistente, na medida certa. A mineralidade volta
a ser sentida no paladar, entregando complexidade e frescor.
Ótimo
para os dias de calor do Rio de Janeiro.
R$51,00
Ramirana Gran Reserva Sauvignon Blanc e GewurztraminerRamirana Gran Reserva
Sauvignon Blanc 70% e Gewurztraminer 30% – 2011
Os
vinhedos estão localizados no Valle de Colchagua, na sub região de Lolol.
Os
aromas adocicados oferecidos pela gewurztraminer são elegantes. Frutas
tropicais, abacaxi e pêra, complementadas com suaves notas de flor de
laranjeira e jasmim. Fresco e de volume médio, com final persistente e
agradável. Acidez e álcool equilibrados.
Ótimo
para os dias de calor do Rio de Janeiro. Acompanha bem frutos do mar.
R$79,00
Ramirana Reserva Cabernet Sauvignon e CarmenèreRamirana Reserva
Cabernet Sauvignon 60% e Carmenère 40% – 2008
Os
vinhedos estão localizados no Valle del Maipo.
Aromas
de menta, cravo, cassis, tabaco e mineral. Vinho que apresentou taninos
marcantes mas não incômodos, final de boca agradável, embora curto.
R$51,00
Ramirana Gran Reserva Syrah e CarmenèreRamirana Gran Reserva
Syrah 59% e Carmenère 41% – 2010
Os
vinhedos estão localizados no Valle del Maipo.
No
nariz temos notas de café, chocolate, menta e frutos do bosque. Na boca é agradável,
ainda um pouco tânico, boa acidez equilibrada com o álcool.
R$79,00





Ramirana Premium Trinidad
Vineyards Syrah 64%, Cabernet Sauvignon 23% e Carmenère 13% – 2008

Ramirana Premium Trinidad Vineyards Syrah, Cabernet Sauvignon e CarmenèreOs
vinhedos estão localizados no Valle del Maipo
Produção
de 10.000 garrafas por safra sendo 2.000 destinadas ao Brasil.
Envelhecido
por 16 meses em carvalho francês e repouso em garrafa por 1 ano.
Notas
de pimenta do reino, louro, tomilho, menta e baunilha. Taninos maduros e suaves
com longa persistência. Muito elegante.
Ótimo
para acompanhar carnes exóticas e condimentadas.
R$125,00
Abaixo tem um vídeo interessante dando uma visão geral dos vinhedos da Ventisquero.

Aconteceu… VI Festival Sud de France

Festival Sud de France
Ontem 10/10/2012
aconteceu o Salão de Vinhos Sud de France (participação limitada a
profissionais do vinho) no belo terraço do hotel Sofitel em Copacabana.

O Festival Sud de
France teve início no dia 04/10 e reuniu várias ações envolvendo lojas,
delicatessens e supermercados, além da eleição do Sommelier Expert Sud de
France (veja mais detalhes sobre a programação aqui).
Salão de Vinhos Sud de France
Salão do evento
Ao
chegar ao terraço, não havia tumulto e a organização estava tranquila. Havia quantidade
adequada de taças para espumante e vinho logo na entrada e um detalhe à parte
foi a organização das mesas de comidinhas (queijos, frios, pastinhas, pães,
frutas,…) cuidadosamente preparada pelo chef Roland Villard.
Salão de Vinhos Sud de France
Importadoras
Havia
aproximadamente 15 importadores expondo mais de 50 rótulos do que há de melhor
dos vinhos do Sul da França disponíveis no Brasil.
O
clima era de expectativa entre os sommeliers que estavam ali aguardando pelo
resultado do concurso. O campeão deste ano foi o sommelier Ramon Rodrigo
Justino
do restaurante Porcão. O prêmio foi uma viagem para formação técnica
nas vinícolas da região do Languedoc-Roussilon.
Vamos aos vinhos…
Destaco
apenas os vinhos que provei e recomendo.

Château Rives Blanques
Odyssée Chardonnay & Rives Blanques
– Château Rives Blanques Cuvée de
Odyssée Chardonnay
– Château Rives Blanques (90%
Chardonnay e 10% Chenin Blanc)
Château Camplazens
Château Camplazens
– Château Camplazens la Reserve
(70% Syrah, 20% Grenache, 5% Carignan e 5% Mouvèdre)
Arrogant Frog TuttiFrutti Blanc
Arrogant Frog TuttiFrutti Blanc
– Arrogant Frog TuttiFrutti Blanc
(25% Chardonnay, 20% Grenache Blanc, 10% Vermentino, 4% Viognier, 30%
Colombard, 8% Sauvignon Blanc e 3% Muscat)
Arrogant Frog Croak Rotie Syrah and Viognier
Arrogant Frog Croak Rotie
– Arrogant Frog Croak Rotie Syrah
and Viognier
Château la Bastide
Château la Bastide

Château la Bastide (80% Syrah e 20% Grenache)
Château la Grave Tristan & Juliet
Château la Grave Tristan & Juliet

Château la Grave Tristan & Juliet (50% Syrah e 50% Grenache)
Gayda Chardonnay
Gayda Chardonnay

Gayda Chardonnay
Gayda Syrah
Gayda Syrah

Gayda Syrah
Domaine Cottebrune Transhumance
Domaine Cottebrune Transhumance

Domaine Cottebrune Transhumance (Syrah
50%, Grenache 40%, Mourvèdre 10%)
Ao final só me restou parabenizar os organizadores
e ao Rogério Rebouças pela dedicação e organização.
Que venha a edição 2013…

Provamos e aprovamos o Columbia Crest “H3 Horse Heaven Hills Cabernet Sauvignon”

Ontem degustarmos um excelente vinho produzido na região de Columbia Valley em Washington, na costa Oeste  dos Estados Unidos. Estamos falando do “H3 Horse Heaven Hills Cabernet Sauvignon 2009” da Columbia Crest Winery.



Columbia Valley é a maior apelação do estado de Washington para o cultivo de uvas. O clima é continental e semi desértico, devido à barreira à umidade criada pela Cascade Range. 

A Cascade Range (ou Cascades ) é uma grande cadeia de montanhas do oeste da América do Norte, que se estende do sul da Colúmbia Britânica através de Washington e Oregon a norte da Califórnia.

O rio Columbia corta a zona e os solos são arenosos.
Os vinhedos da Columbia Crest começaram a ser plantados em 1978. 
Em 1984 foi oficializada a AVA (American Viticultural Area) Washington Columbia Valley, e nesse mesmo ano o seu primeiro vintage de Merlot foi comercializado. Os vinhedos da Columbia Crest estão localizados na AVA Horse Heaven Hills, uma subregião da AVA Washington Columbia Valley com uma denominação exclusiva para esta vinícola.

Horse Heaven Hills

Em pouco tempo a vinícola se tornou famosa tanto pela fabricação artesanal de pequenos lotes de vinhos de qualidade superior quanto de vinhos para o dia a dia muito apreciados pela população local.

Columbia Crest

Desde 2003 a elaboração
dos vinhos é de responsabilidade do jovem e competente enólogo argentino Juan
Muñoz Oca e a safra de 2005 do Cabernet Sauvignon Reserva foi considerado em
2009 “O Vinho do Ano” pela revista americana Wine Spectator. O vinho
foi o escolhido dentre uma seleção de 17.000 rótulos degustados pelos jurados.
Em 2011 a vinícola recebeu o prêmio de “A Vinícola do Ano” pela Wine
& Spirit Magazine.
Vamos ao vinho…
H3 Horse Heaven Hills Cabernet Sauvignon

Pela sua cor purpura logo percebemos que se tratava de um vinho jovem e chegamos a pensar que talvez ele ainda não estivesse pronto.

No nariz estava bastante frutado, adocicado, algumas notas de especiarias como canela e tomilho e um leve e agradável tostado.
Já na boca confirmou o seu médio corpo e os aromas tostados, canela e especiarias. O álcool, os taninos e acidez estavam na medida certa, conferindo ótimo equilíbrio.
O H3 foi parte de uma excelente seleção de vinhos norte-americanos que apreciamos juntamente com nossos amigos e confrades em uma noite muito agradável. 
O Rótulo
Vinho: Columbia Crest “H3 Horse Heaven Hills Cabernet Sauvignon”
Produtor: Columbia Crest
Castas: 97% Cabernet Sauvignon, 2% Merlot e 1% Cabernet Franc
Safra: 2009
País: Estados Unidos
Região: Horse Heaven Hills, Columbia Valley, Washington
Graduação: 14,5%
Nota Wine Spectator: 90
Preço: R$94,00 
* Vale lembrar que a Columbia Crest faz parte do grupo do Château Ste. Michelle cujos Syrah 2009 e Cabernet Sauvignon 2009 também fizeram bonito na noite de ontem (06/10/2012).
Columbia Crest - H3 Horse Heaven Hills Cabernet Sauvignon
Mais uma noite memorável (clique para ampliar)

Agenda: Degustando no Espaço com Villa Francioni

Seguindo a agenda de eventos do projeto Degustando no Espaço, teremos a presença de vinhos da Villa Francioni no próximo dia 29/10.


Elaine de Oliveira – ex supervisora da vinícola – conduzirá os expectadores neste evento.

A Villa Francioni produz ótimos vinhos com bom custo benefício e em 2011 o seu Sauvignon Blanc ficou entre os top 10 da Expovinis.

Para maiores informações mande e-mail para espacoidealvinhos@gmail.com .