Degustação: Sankt Gallen Weissbier cerveja super premium

Sankt Gallen - Weissbier
Sankt Gallen – Weissbier
Quando se está em pleno calor carioca
(exatos 37,5oC!! ao meio dia deste domingo 15 de abril), nada melhor
do que se refrescar com uma boa cerveja…

Uma imagem que me vem à mente é a
daqueles filmes norte americanos com cenas no sul ou nas Américas Central ou
Latina, onde as pessoas suando em bicas, em bares escuros, apenas com o alento
de um ventilador de teto, se refrescam com…cerveja!
Bem, deixando o estereótipo de lado,
faz um dia lindo aqui no Rio e a cerveja que escolhemos foi a St. Gallen Weissbier, que é mais uma cerveja super premium da cervejaria Therezópolis, com já vimos aqui.
As cervejas de trigo, muito consumidas
durante o verão europeu, merecem um cuidado especial antes mesmo de se abrir a
garrafa. A efervescência típica requer que ela seja previamente adormecida em
baixa temperatura, para proteger os aromas e sabores. Seguindo a orientação,
mantivemos a St. Gallen no freezer por alguns minutos até alcançar a
temperatura de 4oC sugerida pelo fabricante. Abrimos logo em
seguida.
Dicas para obter o
máximo de sabor
:
Antes de servir, o copo deve ser levemente molhado internamente para favorecer
a criação de espuma. A cerveja deve escorrer lentamente pelas paredes internas
sem produzir espuma, até três quartos da altura do copo. Em seguida, é necessário
agitar a garrafa para que o líquido restante colete os últimos resíduos de
levedo. Essa mistura deve ser então adicionada ao copo, formando o colarinho
branco, típico desse estilo de cerveja.
Notas
da degustação:
O que primeiro chamou a atenção na Sankt
Gallen Weissbier foi a bela cor amarelo âmbar, à qual a turbidez (as cervejas
de trigo não são filtradas) acrescentou um toque de caramelo.
Seguimos a temperatura recomendada
pelo fabricante para degustação (4ºC). Aparência: cor amarelo âmbar, turva,
espuma branca, cremosa, abundante e com boa efervescência (bolhas pequenas).
Aroma: agradáveis aromas de maçã
vermelha e banana.
Na boca: leve, refrescante, com notas
de frutas frescas, leve toque maltado.
Final extremamente agradável, com
ligeiro amargor. Vale a pena!
Teor alcoólico: 5,5% vol.
R$ 18,00

Fonte consultada para esse post:
Ronaldo Morado. Larousse da Cerveja.
Larousse do Brasil. 2009

Enocultura: Vinhos de Portugal I – A tradição

Douro Portugal
Douro – Portugal
Portugal possui uma das mais antigas tradições vinícolas do mundo. As
primeiras videiras teriam sido plantadas por uma antiga civilização, os
Tartessos, no ano 2000 Antes de Cristo. Mas foram os gregos, quase 1000 anos
depois, que desenvolveram a cultura do vinho na região que hoje é Portugal.

Portugal possui uma grande diversidade de climas, cerca de 45 regiões
vinícolas demarcadas e uvas únicas que tornam o país tão especial. Nos últimos
20 anos sua produção foi modernizada, passando por grande evolução. Essa
modernização foi necessária para manter a competitividade do vinho português, sem
que fossem abandonadas as castas nacionais.
Foi mantendo as uvas nativas (chamadas autóctones), e não copiando os
cortes franceses, que Portugal produz grandes vinhos, aperfeiçoando suas
características tão singulares. E os nomes das uvas são uma curiosidade à
parte: Touriga Nacional, Trincadeira, Alvarinho, Arinto, Tinta Cão, Borraçal,
Caracol….
Douro, Dão, Minho, Bairrada e Setúbal são apenas algumas das regiões
produtoras, e as mais conhecidas aqui no Brasil. O Douro é famoso por ser uma
das regiões mais bonitas do mundo. Seus vinhedos se espalham pelas encostas das
montanhas cortadas pelo rio Douro e seus afluentes, em um cenário maravilhoso.
Também é no Douro que é produzido o Vinho do Porto, um dos símbolos de
Portugal.
Outro ícone de Portugal é o Vinho Verde, produzido na região DOC Vinhos
Verdes, entre o Douro e o Minho. Ao contrário do que o nome sugere, o vinho não
é verde. É chamado assim porque é feito para ser consumido jovem. É um vinho
muito fresco, com boa acidez, e com uma certa efervescência chamada de
“agulha”.
A região da Bairrada produz tintos tânicos que se tornam grandes depois
de envelhecidos. Já Setúbal é a região do delicioso Moscatel de Setúbal, um
vinho doce fortificado. Sua doçura vem da fermentação interrompida antes que
todo o açúcar seja consumido, e então é adicionada aguardente vínica até que o
vinho alcance entre 17 e 22% de álcool.
Enfim, diante de toda essa variedade de terroirs e castas, Portugal é um
universo fascinante a ser explorado pelos amantes do vinho.
As Denominações de Origem:
São quatro as principais denominações de origem em Portugal. 
A V.Q.P.R.D
foi criada para atender à legislação da União Européia, e significa Vinho de
Qualidade Produzido em Região Determinada. Essa denominação, que engloba os
vinhos de maior qualidade, engloba duas outras denominações, a DOC e a IPR. 
Os
vinhos DOC são produzidos nas mais antigas regiões produtoras, enquanto os vinhos
IPR são aqueles que seguem por 5 anos regras rígidas para poderem ser
classificados como DOC.
A quarta denominação, a dos Vinhos Regionais, se refere a vinhos comuns
de uma região específica, produzidos com pelo menos 85% de uma ou mais castas
autorizadas.
Fontes consultadas para esse post:
Revista Adega. Ano 05. No 65. 2011, pg 46 a 52. Portugal – um passeio guiado
pelas 7 principais regiões portuguesas.
Amarante, José Osvaldo Albano. Os segredos do Vinho para iniciantes e iniciados. Mescla Editorial. 2010.
Larousse do Vinho. São Paulo. Larousse do Brasil. 2004.

Degustação: Yarden Katzrin Chardonnay, vinho da Terra Santa.

Yarden Katzrin Chardonnay 2009
Yarden Katzrin Chardonnay 2009
Em
novembro de 2011 tive a oportunidade de visitar Jerusalém, em uma viagem a
trabalho. Como não teria muito tempo livre, antes de sair do Brasil já havia
dito à minha amiga israelense Liat que eu gostaria de comprar alguns vinhos da
região.

Jerusalém
é uma cidade mágica (mas esse é assunto para outro post), e em nossa única
noite livre minha amiga me levou a uma loja de vinhos kosher* localizada
em um shopping elegante da cidade, bem em frente ao Jaffa Gate, portão que
guarda o Quarteirão Cristão e Armeno da Jerusalém histórica.
O
vinho que degustamos hoje foi um dos que trouxe de lá: Yarden Katzrin
Chardonnay 2009, produzido por uma das vinícolas líderes do mercado israelense
e uma das que mais exporta para o Ocidente, a Golan
Heights Winery
.
O
Yarden Katzrin Chardonnay é um vinho varietal, produzido na região de Katzrin
(onde a vinícola foi fundada) com altitudes superiores a 900 metros e é
envelhecido em barricas novas de carvalho francês (o rótulo Yarden é o top da
vinícola, e o Katzrin no nome indica o primeiro vinho da linha chardonnay).
Notas
de degustação
(método
Giancarlo Bossi modificado pela ABS/Rio):
Aspecto: Bela cor amarelo-ouro, bem
característica da casta chardonnay. Claro, muito transparente e brilhante.
Aromas: a complexidade e intensidade dos
aromas nos surpreendeu. Estavam presentes aromas terciários típicos do
envelhecimento em carvalho (baunilha, madeira tostada), mas ainda estavam bem
pronunciados os aromas secundários (frutos da fermentação) de mel, abacaxi e
os aromas primários de flor de laranjeira, jasmim, maracujá, e lichia .
Gosto: na boca, confirmamos os aromas
florais e frutados, o tostado e o mel, além da manteiga também típica.
Consideramos finos, intensos e com boa persistência. O alto teor alcoólico
(surpreendentes 14,5%) conferiu bom corpo ao vinho, mas não o desequilibrou. De
acidez agradável, termina bem, deixando a boca fresca com  fundo tostado. 
Embora
pronto para beber, pela sua estrutura e equilíbrio fica a impressão de que pode
evoluir muito ainda (entre 3 e 5 anos).
Nota: 87 (muito bom, um vinho com qualidades especiais).
O Rótulo
Vinho: Yarden Katzrin Chardonnay
Tipo: Branco
Casta: Chardonnay
Safra: 2009
País: Israel
Região: Colinas de Golan, Galiléia
Produtor:
Golan Heights Winery
Graduação:
14,5%
Preço Médio: R$ 80,00
Temperatura de Serviço: 12ºC
Outros atributos: Vinho Kosher
* Segundo a Associação
Brasileira de Sommeliers/SP
, em Israel o vinho kosher deve ser certificado
por um rabino e seguir rigorosamente quatro regras:
“1. As videiras
produtoras devem ter pelo menos quatro anos de idade.
2. O vinhedo, se
estiver localizado dentro de terras bíblicas, deve ser deixado uma vez sem
cultivo a cada sete anos.
3. Somente videiras
devem ser plantadas nas áreas de cultivo de vinhas.
4. Desde a chegada à
vinícola, as uvas e o vinho resultante devem somente ser manuseados por judeus
que respeitem integralmente o sabbath, sendo obrigatório o uso de materiais
100% kosher nos processos de produção, maturação e engarrafamento do
vinho.”
Alguns rabinos ainda
mais tradicionalistas insistem que o vinho deve ser cozido (pasteurizado) para
que os não judeus não pudessem reconhecer a bebida resultante – Kosher
Mevushal  – como vinho. O vinho degustado não é Mevushal, por isso não
pode ser distinguido de um vinho não kosher em uma degustação às cegas.

Na onda das cervejas super premium – ‘Idas e vinhas’ degustou Sankt Gallen Irish Red Ale

Sankt Gallen Irish Red Ale
Sankt Gallen Irish Red Ale
A cerveja normalmente é associada a
confraternizações informais, churrascos com os amigos, praia e futebol. Mas há
alguns anos as cervejarias vêm apostando em um público diferenciado, ávido por
explorar variações mais atraentes, com aromas e sabores mais refinados. É o
mercado das cervejas super premium, onde algumas delas são envelhecidas, desenvolvem
características sensoriais complexas e podem alcançar teores alcóolicos de até
12%.

‘Idas e Vinhas’ degustou (e aprovou!)
a Sankt Gallen Irish Red Ale. Fabricada pela cervejaria artesanal Therezópolis,
em Teresópolis no Rio de Janeiro.
As cervejas do tipo Ale são de alta
fermentação e apresentam teor alcoólico entre 3% e 10%. Geralmente são mais
densas, escuras, tem paladar acentuado e são bastante aromáticas.
Notas
da degustação:
O que primeiro chamou a atenção na Sankt
Gallen Irish Red Ale foi a elegância da garrafa que segue o estilo dos
espumantes.
Seguimos a temperatura recomendada
pelo fabricante para degustação (entre 4º a 6º). Aparência: cor avermelhada, espuma
cremosa e com bolhas médias.
Aroma: agradáveis aroma de banana
passa, canela, cereais tostados e toffe.
Na boca: encorpada, levemente
adocicada, fresca, com notas de frutas secas e maçã.
Final extremamente agradável. Vale a
pena!
Teor alcoólico: 9,2% vol.
R$ 21,00
credit: R&R Partners“Idas e vinhas…” apoia a campanha contra a
lei da salvaguarda. Trata-se de uma barreira de mercado para “proteger” os produtores de vinhos brasileiros por meio do aumento do imposto de importação de 27%
para 55%.

Acreditamos que o vinho nacional, com destaque para os brancos e espumantes produzidos no Rio Grande do Sul, melhorou exponencialmente sua qualidade justamente após a abertura de mercado iniciada nos anos 90. Hojé é possível degustar às cegas um Lote 43 (Miolo) e pensar que se trata de um bom Bordeaux. 
A lei da salvaguarda pode levar à estagnação, e até mesmo regressão, da qualidade dos vinhos nacionais, além de cercear a liberdade de escolha de milhões de brasileiros que formam uma geração de apreciadores da bebida que aprimorou seu gosto ao longo desses anos em que o mercado brasileiro foi brindado com a chegada de grandes vinhos de todo o mundo.
Assine o abaixo-assinado da campanha:

Notícias da enosfera: feras do metal se rendem à beleza do vinho.

Slayer Reign in Blood RedBanda ícone do trash metal, o Slayer, acaba de lançar exclusivamente no mercado sueco seu próprio vinho, de nome bastante sugestivo: “Reign in Blood” (algo como “Reinar em sangue”). O Slayer, como outras bandas do gênero, possui um portfólio de produtos bastante vasto e vem obtendo muito sucesso nesse mercado, conseguindo superar as perdas que o mercado fonográfico enfrenta por causa da pirataria. O lançamento do “Reign in Blood” mostra que a banda está sintonizada com a expansão do mercado de vinhos.


O vinho, produzido na melhor região vinícola dos Estados Unidos, a Califórnia, é um tinto varietal (Cabernet Sauvignon). Segundo o site especializado em rock “whiplash“, o vinho não traz sangue em sua composição…e uma caixa com 06 garrafas custará cerca de U$ 107,00.
Quem degustou revelou que o vinho apresenta notas suaves de frutas vermelhas, carvalho e especiarias, com final de frutas frescas e taninos macios.
Resta saber se, com a salvagarda imposta aos vinhos importados, os fãs da banda e enófilos antenados poderão adqurir o “Reign in Blood” caso chegue ao mercado brasileiro.
m/

VinhoDiversidade

Chateau Musar

França,
Itália, Portugal, Chile….Não é preciso ser enólogo para reconhecer a mais pura
tradição vinícola nesses países. Ao abrirmos uma garrafa de um tinto do novo ou
do velho mundo, ao sentirmos os primeiros aromas de um cálice de vinho do
Porto, nossa formação sensorial ocidental já nos prepara para sensações
conhecidas. Mais ou menos encorpado, aromas florais nos brancos, frutas frescas
nos vinhos jovens, couro e tabaco nos tintos mais lonjevos, reflexos violáceos,
tudo isso aprendemos logo nas primeiras degustações.

Mas
o que esperarmos de um vinho branco produzido no Japão? Qual a estrutura de um tinto
produzido na Geórgia, uma ex-república soviética? Quais aromas são liberados de
um tinto do Líbano? 
Tentando
responder a essas questões, participei de uma degustação de vinhos exóticos.
Foram 09 vinhos que me guiaram por terras distantes e revelaram aromas
inesperados. Muitas sensações para serem todas descritas no espaço dessa
coluna. Sendo assim, aqui estão as impressões mais marcantes.
O
branco produzido no Japão, Magrez Aruga, de uma uva chamada Koshu, surpreende
pelo aroma marcante de manteiga, lichia e floral, corpo leve, de um frescor
ideal para a primavera que chega. A casta Koshu é a mais tradicional do país, plantada
há mais de mil anos.
O
tinto Talisman Georgian Wine produzido na ex-república soviética da Geórgia
pela Telavi Wine Cellars trouxe surpreendentes aromas florais e de licor de
jabuticaba. Produzido a partir de castas impronunciáveis (Mujuretuli,
Usakhelauri, etc…), sua fermentação é conduzida em vasos de barro.
O
Líbano evoca imagens exóticas e sabores de tâmaras e frutas secas. Que surpresa
descobrir que um de seus vinhos mais tradicionais e valorizados exibem a
estrutura e os aromas etéreos de um grande vinho de Bordeaux! O Chateau Musar
Rouge, produzido no Vale de Bekaa, tem como base as castas francesas Cabernet
Sauvignon e Cinsault que, aliadas a uma produção bem cuidada, resulta em um
vinho que muito agrada ao nosso sistema sensorial ocidental.
E,
por fim, da Provence, mundialmente conhecida pelos rosés, vem o excelente Vin
Cuit Defrutum. Vinho de sobremesa produzido pelo Chateau Beaulieu, revela
aromas de amêndoa e sândalo. A curiosidade é seu método de produção, que
envolve o cozimento do mosto para concentração dos açúcares (método chamado
“Defrutum” pelos antigos romanos), e envelhecimento em carvalho por no mínimo
um ano.
ENOCULTURA
A
tradição vinícola do Líbano remonta há 6000 anos, e o Vale do Bekaa é a região
mais tradicional da vinicultura libanesa. O Vale do Bekaa situa-se entre as
cadeias montanhosas Monte Líbano e Anti-Líbano. O vale, com mais de 120 km de
extensão, concentra quase metade das terras cultiváveis do Líbano. 

Onde está o Grand Cru?

Pichón-Longueville

As
diferenças entre os vinhos dos chamados Velho e Novo Mundo são tema de muitos
artigos e acalorados debates entre os enófilos. No entanto, percebe-se que até
mesmo o mais experiente sommelier
pode cometer o engano e perceber, ao revelar o rótulo ao término de uma
degustação às cegas, que o complexo, estruturado e elegante Cabernet Sauvignon
não é um Grand Cru Classé, e sim um tinto do Novo Mundo, que tem no Chile um
dos seus expoentes.

Muitas
são as questões que levaram ao que hoje chamamos mercado globalizado do vinho. Espanha
e Portugal começam a produzir tintos mais amadeirados para agradar o paladar
americano, e casas como Baron Philippe de Rothschild e Rothschild-Lafite se
associam a produtores chilenos (Conha Y Toro) e argentinos (Catena) para
expandir seus negócios. Do outro lado, vinícolas do Novo Mundo aprimoram suas
técnicas e começam a produzir tintos tão complexos e lonjevos quanto um
Bordeaux Gran Cru Classé.
Em
uma degustação às cegas promovida pela ABS-RJ (Associação Brasileira de
Sommeliers) comandada pelo Prof. Roberto Rodrigues, foram degustados 07 vinhos
excepcionais, de corte e estrutura similares, para que descobríssemos qual era
o Gran Cru Classé – é claro que se esperava que fosse o campeão da degustação. Realmente,
todos os vinhos eram soberbos, e, após dadas as notas, escolhido o campeão e
revelados os rótulos, surpresa! A estrela de Bordeaux – o Gran Cru Classé Pichón-Longueville
Comtesse de Lalande 2007 ficou em 3º lugar, em 2º ficou o californiano Caymus e
o campeão foi o chileno Almaviva 2007, produzido nos melhores vinhedos da
Concha Y Toro em associação com a Baron Philippe de Rothschild.
Notas
e classificação à parte, foi uma oportunidade única de degustar excelentes
vinhos, uma experiência lúdica e memorável para qualquer enófilo.
Enocultura:
O
Gran Cru Classé Pichón-Longueville Comtesse de Lalande é produzido pela
tradicional casa Pichón-Longueville em Bordeaux, na subregião Pauillac. Segue o
corte específico da região, tendo a safra de 2007 58% de Cabernet Sauvignon,
36% de Merlot, 2% de Cabernet Franc e 4% de Petit Verdot. Os vinhos do Pauillac
estão entre os mais longevos e atraentes do mundo. Seus vinhos têm suavidade
mesmo quando jovens, e, após o envelhecimento, desenvolvem camadas de sabores
frutados e etéreos que não são encontrados em nenhuma outra região.